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domingo, 11 de novembro de 2018
Viver intensamente, sempre!
Operei meu rim, retirei pedras nos rins. Os rins na medicina oriental dizem que são os "ouvidos da alma". Pensando em minha vida, concordo com essa analogia. Todos nós passamos por momentos difíceis, desencontros, perdas e sentimentos tristes. Mas como lutadores temos de aprender a tirar lições de cada derrota, reformular estratégias de luta e de vida. E volta a luta com energia total, e vontade de vencer sempre.
Tenho saído pouco, por conta da dor. Ficando mais tempo em casa do que estou acostumado e essa "reclusão" me faz pensar mais ainda nisso. Hoje vendo esse sol pela janela.. eu fiquei pensando que sempre estava certo, como a vida é boa, é bom viver, mas temos de viver intensamente o momento presente. Há menos de 2 mês, estava surfando, lutando, malhando, uma vida normal para mim desde sempre. Hoje, ainda não posso retornar, a vida pode mudar em um segundo. Sabemos disso, mas no fundo parece que não acreditamos que aconteça conosco.
Por ter vivido outras histórias, que já me mostraram isso, e agora vivo esse curto tempo parado, eu tenho a certeza que sempre estive certo, creio que temos de ser intenso em nossas vontades, e lutar porque queremos.
Hoje você pode ter uma chance que não se repetirá amanhã. Então meus amigos não percam suas chances, falem, lutem e vivam intensamente. Nos treinos e na vida. Sem ser dramáticos, mais não sabemos quando será a próxima vez e se teremos uma outra vez.
Quando voltar a treinar, vou voltar com mais fome ainda para viver tudo que posso, falar o que sinto porque a vida passa rápido e as pessoas também.
Não quero o peso de saber que perdi oportunidades e momentos da minha vida. A vida obriga a ser forte, ter coragem para ir à luta e lutar pelo que se deseja. São apenas uns pensamentos de quem está em casa vendo esse dia lindo pela janela e pensando em sua própria vida.
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Aprendemos mais ouvindo e vendo do que falando
Saber ouvir é importante,
porque por vezes nós mesmos não vemos e percebemos nossos erros em treinos.
Sempre escute as observações de seus amigos. Mesmo que tenhamos finalizado
nosso parceiro de treino ou sabermos que dominamos o treino, mentalmente
marcamos os pontos. A percepção deles é diferente até porque observaram seu
treino de fora. Ouça, reflita, analise as observações elas podem ser muito
proveitosas. Eu sempre pergunto aos meus amigos o que eles viram e acharam dos
meus treinos. A evolução é constante, e se escutarmos ela pode ser mais rápida.
Por vezes as opiniões nos dão opções de movimentos que ali no calor da luta nem
pensamos. Seja pela vontade de finalizar ou medo de arriscar um movimento que
não temos confiança ou seja, medo de sair da nossa zona de conforto. Aprendemos
mais vendo e ouvindo do que falando. Me lembro de uma luta que tive uma
impressão e ao ver o vídeo, a realidade foi completamente diferente. Saber
ouvir as críticas e observações dos seus amigos de treino é excelente. Encare
sempre como críticas construtivas. Eles podem sinalizar erros ou perda de
oportunidades de fazer posições e movimentos que você não está vendo e
percebendo. Creio que na nossa vida pessoal também. É difícil sair da nossa
zona de conforto até porque, pode custar uma derrota e perder nunca é o que
desejamos. Mas se tratando de um treino livre, ou com um parceiro de equipe
creio que vale a pena arriscar. É a hora. Arrisque nos treinos livres, teste
novas posições e movimentos em sua rotina. Porque não será numa luta de
campeonato que você fará. Nas lutas de campeonato você tem de estar com
confiança em todos os seus movimentos. Já escutei lutadores receberem críticas
construtivas de parceiros de equipe, e era nítido que não pararam nem para
escutar o que disseram. E em lutas seguintes perderem no mesmo erro que foi
sinalizado. Saber ouvir é importante, principalmente se for seu professor, e se
for um amigo, ouça. A equipe é o somatório de todos. A vitória de um é a
vitória de todos, porque aquele que foi campeão precisa de seus parceiros de
treino. Não se faz um campeão sozinho. Um campeão quando sobe no pódium ele tem
por trás dele, professores, amigos de treino e que dão forças na hora do
combate. Para mais informações,
veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail
geracao.artesuave@yahoo.com.br. . Boa semana, bons treinos e até a próxima!
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Sempre respeite seu adversário, não importa a faixa que use.
Um conceito ou regra, não importa como classificar. Mas
sempre tenho para mim como ponto de partida, ao dar um treino. Nunca subestime
seu adversário. Não importa qual a sua faixa, seu biótipo e até mesmo seu
condicionamento físico. Se está ali de quimono para treinar, pisou no dojo.
Então é um parceiro de luta que tem de ser respeitado, se está sem treino, fora
de forma não importa. Ele até por saber de suas próprias condições fazer um só
ataque e encaixar uma finalização que seu adversário não espera e assim
finaliza a luta. Num dos últimos treinos na minha academia dois alunos meus
foram treinar e o mais graduado tomou uma finalização que percebi que ele não
esperava. E ter que dar os tapas mexeu com ele, sentou ao meu lado e reconheceu
seu erro. Subestimou seu oponente, e se lembrou após bater o que sempre digo.
“Nunca subestime seu adversário.” Pagou o preço e levou uma finalização. Já
lutei com amigos que percebia que se sentiam com a supremacia da luta, e ao
serem finalizados ficarem surpresos. Não importa, eu penso assim. Se é um
treino livre ou uma luta de campeonato, não importo o histórico de lutas entre
você e o seu oponente, lute com seriedade, seu oponente pode e certamente
estará sempre com a mente focada em te vencer. Pode ter treinado mais ainda,
colocado em sua rotina mais e diferentes posições, condicionamento físico mais
apurado. Não tenha o seu histórico de luta com ele como a certeza do próximo
confronto. Tenha seu histórico como um estímulo para te manter à frente. Como
um motivacional para cada vez você treinar mais e mais. Um general romano em
outras palavras disse “A vitória favorece que mais se esforça por ela”. Não
acredito em sorte, acredito em treinar muito, em se esforçar, se dedicar aos
seus objetivos dentro e fora dos tatames. Enquanto você se achar melhor e não
treinar para se manter em forma e evoluir no seu jiu jitsu, vários lutadores
estão nos tatames ralando para melhorar. Buscando a vitória em suas lutas. E
dependendo de cada situação ou foco, você mesmo pode ser o foco imediato dele.
Talvez ele treine pensando “Vou finalizar ele” e esse foco pode ser uma meta
saudável, nada contra pessoalmente, mas você pode representar o patamar o nível
que ele deseja de imediato. Então não descanse em vitórias passadas, mesmo que
a retrospectiva em confronto em campeonatos pode estar a seu favor. Respeite
seu oponente, ele está ali para vencer também. Nos treinos livres a mesma
coisa. Perder, ninguém gosta, eu não gosto, nem nunca gostei. Mas perder
sabendo que não treinou o suficiente quando poderia ter treinado, no treino
livre não lutou achando que poderia finalizar quando quisesse ou perdeu por não
lutar focado, acredito que é a pior das derrotas. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail
geracao.artesuave@yahoo.com.br. Boa semana, bons treinos e até a próxima!
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Hoje estava pensando em vitórias e derrotas I was thinking of victories and defeats.
Hoje estava pensando em vitórias e derrotas. Não necessáriamente em busca de medalhas. Mas as vitórias particulares nossas. Vencer aquele cara que normalmente nos passam o carro nos treinos livres em nossas academias. Mas acho que a maior vitória é chamar nosso medo para a luta. Se lançar a esse desafio já é uma vitória. Pagar para ver. Meter a cara, e como podem ver a minha na foto. As vêzes perdemos, mas o importante é não fugir. Enfrentar a luta, nos tatames ou fora deles. Chamar para lutar aquele que sabemos serem mais fortes ou melhores do que nós é desafiador. É muito mais cômodo ficarmos em nossa zona de conforto. Aqueles teinos de sempre, que não nos desafia ou nem nos amendontra. Fazemos o treino. Lutamos, certamente lutamos, mas vencemos quem? Creio que, temos de nos vencer sempre. Derrotar nossos medos. Estar fora da nossa zona de conforto é bom. Só crescemos fora da nossa zonade conforto. Voltar com a cara ralada, amassada pode não ser uma das melhores vistas no espelho. Mas será a sua "medalha" de que você foi lá e puxou o seu limite.
Fora dos tatames também. Cair naquele mar que você sabe que não está fácil. Dar aquele telefonema que você não tem a certeza da resposta. Mas vai fugir do confronto, do desafio?. Se lance ao desafio. Hoje quando pegar o quimono pense, na hora do treino livre, escolha aqueles treinos que te desafiam. Puxe seus limites. Vença seus medos. Pode ser que não ganharemos todas, mas saber que enfrentou já é um passo em direção a sua vitória pessoal. Eu já sofri muitas derrotas, muitas. Mas não deixo de enfrentar, ir ao combate. Levantar e mostrar a cara. Só assim seu Jiu Jitsu vai evoluir. E na vida eu creio que funciona também. Porque fugir, evitar certos momentos, evitar certas conversas ou não lutar pelo que se deseja é a pior derrota que podemos sofrer dentro e fora dos tatames. Bom pelo menos para mim, é o que penso. Escrevo isso para mim mesmo.
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Today I was thinking of victories and defeats. Not necessarily in search of medals. But our particular victories. Beat that guy who usually passes the car in free practice at our academies. But I think the biggest victory is to call our fear into the fight. Leading up to this challenge is already a victory. Pay to see. Stick to the face, and how can you see mine in the photo. Sometimes we lose, but the important thing is not to run away. Face the fight, on the mats or outside them. Calling on to fight the one we know is stronger or better than us is challenging. It is much more comfortable to stay in our comfort zone. Those common themes, which do not challenge us or even upset us. We do the training. We fight, we certainly fight, but who won? I believe that we must always win. Defeat our fears. Being outside our comfort zone is good. We just grew out of our zonade comfort. Coming back with a grated, crushed face may not be one of the best views in the mirror. But it will be your "medal" that you went there and pulled your limit.
Off the mat, too. To fall in that sea that you know is not easy. Give that phone call that you are not sure of the answer. But will you escape the confrontation, the challenge ?. Get to the challenge. Today when you get the kimono think, at the time of free training, choose those training that challenge you. Pull your limits. Overcome your fears. It may be that we will not win all of them, but knowing that you have faced it is already a step toward your personal victory. I have suffered many defeats, many. But I do not stop fighting, I go to combat. Stand up and show the face. Only then will your Jiu Jitsu evolve. And in life I think it works, too. Because escaping, avoiding certain moments, avoiding certain conversations or not fighting for what is desired is the worst defeat that we can suffer on and off the mats. Well, at least for me, that's what I think. I write this to myself.
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quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Seguindo outro caminho, quando os caminhos se separam
As vêzes, existem partidas que é melhor que aconteçam. Alunos que não agem como deveriam, ou como você não espera. Outras vêzes partem por situações da vida do cotidiano. Fazer o que? Respirar fundo. E continuar a vida. Na vida pessoal de certa maneira é a mesma coisa, Temos sempre de estarmos cientes que chegadas e partidas acontecem, querendo ou não elas acontecem. As vezes pela nossa vontade as vezes contra a nossa vontade. Creio que temos de fazer o máximo para o que achamos que é o melhor para nós, lutarmos sem medir esforços para os nossos desejos. E independente do resultado aceitar a situação sendo favorável a nós ou não. Mas sabendo que lutamos até o fim de nossas forças. Todos nós já vivenciamos essas situações. Escrevo para mim mesmo antes de tudo. Espero que gostem deste tema. Muito comum nas academias, na relação professor e aluno.
Me perguntaram, através de um e-mail, o que eu sentia “quando perdia um aluno para outro professor, outra academia”. Claro que já aconteceu isso comigo. Já escrevi isso, que nós, professores, temos de entender que é o aluno que escolhe o professor. Os critérios são inúmeros, subjetivos e até financeiros, cada um tem suas expectativas e julgamento.
Não percebo como se fosse “perder” um aluno. Interpreto que se ele não se encontrou aqui na minha academia, ele deve, então, buscar outra, até no mesmo bairro ou próximo. Também já aconteceu comigo, e por motivos até logísticos, como distância, dias de treino ou horários, e até por afinidade mesmo. Isso acontece e o aluno busca outro caminho.
Já tive alunos que se mudaram para um local mais distante e foram treinar em outras academias. Por vezes, é impossível mesmo treinar na sua academia de origem, e como já aconteceu aqui comigo, atualmente ele é um faixa-preta meu. Ele casou, foi morar em um bairro distante, treinou em outra academia. Quando teve condições, retornou aos treinos comigo e continua ainda. Cada aluno também tem uma expectativa do seu professor, não julgando certo ou errado, mas tem. Até mesmo discordando de graduações que parceiros de treino recebem, ou porque ele não recebeu e se acha injustiçado em certa situação.
Particularmente, eu tenho um pensamento em não ser injusto, mas também não penso em quem agrado ou deixo de agradar, porque é o nome do professor que vai junto em cada faixa que ele gradua. Já vi lutadores que foram alunos meus em outras academias, mas realmente não tiram a minha paz. Cada professor tem de ter em mente que faz o seu melhor para os seus alunos, mas se um ou outro decide sair, é porque ele não está satisfeito, então deve buscar o seu caminho em outra academia mesmo, sem problemas.
Essa fidelidade tem de ser mútua, um laço de família. E ambos, professor e aluno, cada um em seu campo de expectativas, devem respeitar as decisões do outro. Creio que cada professor, e eu me incluo, faço isso, penso nas minhas aulas para perceber a dinâmica, planejamentos e mantê-las sempre com um bom ritmo, independentemente de tudo.
Manter um ambiente amistoso, com treinos duros e bons, esta é a melhor maneira de manter a sua equipe, e entender a decisão de um aluno seu, independentemente da graduação, se ele saiu. Cada um sabe da sua vida, do seu caminho. Se o aluno não comentou nada com o professor e saiu, muitas vezes, ambos sabem o motivo. Mas se é algo que pode ser conversado, resolvido, uma conversa com o seu professor vale a pena tentar. Às vezes, desgastes dentro da academia, ou na vida pessoal, seriam evitados com uma simples conversa. Mas como professor, tenho a plena consciência que por mais que se tente, é impossível agradar a todos, desde a metodologia das aulas às graduações.
Então, fechando a resposta, não vejo como perda quando um aluno sai. Entendo que ele está buscando o caminho dele, novo, e que naquele momento, o que ele espera não encontrou na minha academia. Quando se vê assim, não tem perdas. Cada um é responsável por suas ações, pelo seu próprio caminho, no dojo e na vida, sempre atento.
Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Cair sete vezes, levantar oito
Esse texto eu escrevi, sobre a minha opinião, a minha visão, a pedido de um amigo, o faixa preta Fabio Soler.
A solidão não deve ser temida, evitada. Eu gosto de ficar
só, porque é nos momentos de solidão que podemos mergulhar dentro de nós e
ficarmos frente a frente com os nossos sonhos, desejos e medos. Sermos nossos
juízes e julgarmos nossos atos, ponderar e planejar o que fazermos.
Desconstruirmos e construirmos novos conceitos, opiniões e posições perante a
vida. Creio que devemos sempre, pelo menos eu tento, buscar sempre o melhor de
tudo que a vida me apresenta. Os momentos de solidão sendo sua opção ou não,
devem ser potencializadas para algo bom, construtivo. Para que você se
fortaleça. Sua força deve vir de você próprio. “Cair sete vezes levantar
oito!”. Mas também não adianta se levantar se não pensar, refletir como e
porque caiu, e o que te fez levantar de novo. Pelo menos esses momentos de
reflexão, eu só consigo sozinho. Falando ou pensando comigo mesmo. Tenha a
solidão como sua parceira, a encare como um caminho para se fortalecer, um
espaço entre os “rounds” da sua vida. Ser só, ou estar só, não significa estar
infeliz, ou fragilizado. Você pode estar sozinho entre muitos. Eu gosto de
estar só, me sentir só, poder “me escutar”. Descobrir meus erros, defeitos e
pontos fracos. E a partir destas descobertas direcionar meu pensamento para
corrigir, fortalecer e me tornar melhor do que eu era. Acredito que essa
evolução nunca acaba, porque estou sempre errando, e buscando aprender. Em
vários momentos da minha vida estou só, mas eu mesmo me faço companhia. Vou
meditando sobre várias episódios em minha vida. Faço isso indo para o trabalho.
Dirigindo para a praia para surfar. Depois do meu treino de Jiu Jitsu. Deixando
a endorfina correr livre nas veias. Observando meus pensamentos e vendo como se
fosse uma terceira pessoa. Admitindo meus erros e ficando feliz com os meus
acertos. Mas sempre buscando me corrigir. Mas essas reflexões só consigo fazer
sozinho. Na solidão dos meus pensamentos. E posso assegurar que vejo a solidão
como uma amiga que silenciosa se senta ao meu lado e como se dissesse “vamos
pensar meu amigo, vamos pensar”. Em meus seminários pela Europa, em muitos
momentos estou só, viajando para os lugares, nos quartos dos hotéis, comendo
sozinho nas refeições. Posso dizer que são excelentes momentos de me conhecer e
me aperfeiçoar como pessoa. Porque eu não posso melhorar ninguém. Mas eu posso
me corrigir, me preparar, eu posso melhorar como pessoa e assim ser uma pessoa
melhor a cada dia. Tirando de mim pensamentos errados, tentando não mais cair
nos mesmos erros. Encare a solidão como
uma “amiga” e como um momento de exercício mental para melhorar a sua vida.
OSS!
sábado, 25 de agosto de 2018
Sempre venceremos We will always win
Acredite em você. Não evite seus medos, faça o contrário, enfrente eles, sejam nos tatames ou na vida pessoal. Pague o preço que for, mas lute pelo que deseja. A vitória sempre sorrirá para quem tem garra, foco, disposição para lutar pelos seus sonhos, desejos e vontades. Eu posso ficar cansado, "fadiga de guerras", mas nunca desisto. Lute até a exaustão, porque pior que o sentimento de derrota. É o pensamento que poderia ter lutado, resistido ou ter tentado dar mais uma investida, um movimento, um ataque. Desistir não pertence ao meu mundo. Escrevo isso para mim mesmo. E espero que ajude a dar mais um "round" de resistência a todos que lerem e estão precisando de uma energia, para as suas guerras particulares. Sempre venceremos.
Instagram: @luizdiasbjj @gasjj_oficial
Believe in yourself. Do not avoid your fears, do the opposite, face them, be they on the mats or in the personal life. Pay the price, but fight for what you want. Victory will always smile for those who have claw, focus, willingness to fight for their dreams, desires and wishes. I can get tired, "fatigue of wars," but I never give up. Fight to exhaustion, because worse than the feeling of defeat. It is the thought that could have fought, resisted or attempted to give another onslaught, a move, an attack. Giving up does not belong in my world. I write this to myself. And I hope it helps to give another round of resistance to all who read and are in need of an energy for their particular wars. We will always win.
Instagram: @luizdiasbjj @gasjj_oficial
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Vença a si mesmo Defeat yourself
Esses dias de "glória", são os dias que podemos olhar para trás e pensarmos, passei por isso ou por aquilo e venci. Estou aqui, independente do que seja. Períodos que nos treinos não rendemos o que esperamos. Ou momentos pessoais que não transcorrem como esperamos. Então nesses dias, é respirar fundo, ir malhar, treinar. Não importa se é finalizado ou não. O importante é ir treinar. A endorfina vai te ajudar a vencer esse período. Acredita em mim, eu sei exatamente do que estou escrevendo. Vença a si mesmo. Derrote seus medos, suas angustias.. . Vá malhar, vá treinar. Mostre a si mesmo que você irá superar o que quer que seja.
Tenha certeza, mire no futuro, ninguém nasce campeão de Jiu Jitsu. Eles se constroem com treinos, dedicação, foco e garra. E na nossa vida pessoal também, que se funde com o ir ou não treinar.
Pense bem, vai mudar algo você ir ou não treinar? Se não for você irá perder um treino. Se for, irá estar se superando. Vencendo seu momento de desânimo. Ser guerreiro muitas vezes não é competir, é pegar seu quimono apesar de tudo e ir para a sua academia.
Hoje é mais um dia para vencermos a nós mesmos e superarmos nossos limites. Bons treinos a todos! OSS!
Instagram: @luizdiasbjj
These days of "glory," are the days that we can look back and think, go through this or that, and win. I'm here, no matter what. Periods that we do not perform what we expect. Or personal moments that do not pass as we expect. So in those days, it is to take a deep breath, to work out, to train. It does not matter if it is finalized or not. The important thing is to go and train. Endorphins will help you through this period. Believe me, I know exactly what I'm writing. Beat yourself. Defeat your fears, your anguish ... Go work out, go train. Show yourself that you will overcome whatever.
Be sure, look in the future, no one is born Jiu Jitsu champion. It builds with training, dedication, focus and claw. And in our personal life too, which merges with whether or not to train.
Think about it, are you going to change whatsoever you go or not? If it is not you will miss a workout. If it is, it will be getting better. Winning his moment of discouragement. To be a warrior is often not to compete, is to get your kimono after all and go to your gym.
Today is another day to overcome ourselves and overcome our limits. Good practice to all! OSS!
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segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Honrar nossas memórias
Eu
gosto muito de ouvir as histórias do início do Jiu Jitsu aqui no Rio. Sempre é
uma aula, escutar suas memórias dos treinos na Academia Gracie, na Av. Rio
Branco. Encontrar o GM Álvaro Barreto em campeonatos, escutar fatos narrados
por outros GMs como GM João Alberto Barreto, GM Robson Gracie, GM Leoni
Nascimento são oportunidades para conhecer episódios marcantes que ajudaram a
construir com orgulho a força da nossa Arte Suave. Ouvir deles muitos episódios
de épocas passadas ou momentos de seus treinos e recontar aos nossos alunos e
amigos é uma forma de manter uma memória coletiva pela tradição oral do nosso
Jiu Jitsu. Devemos preservar e perpetuar para as gerações mais novas. É um
passado que não pode ser esquecido. Todos nós somos reflexos dessa bonita
estória que começou há idos tempos. Acredito que nesses momentos em que o
professor fala de episódios vividos por ele ou por seu mestre, devemos ouvir
com atenção que é merecida. Ao escutar e repetirmos depois em outras conversas
entre amigos e alunos, mantém viva a nossa cultura. Podemos hoje em dia ter CDs
e DVDs que podem ajudar a desenvolver nossas técnicas. Mas ouvir as histórias
desses Mestres são momentos únicos. Quem já vivenciou esse momento sabe do que
estou falando. Creio ser muito importante sabermos da origem e evolução da
nossa Arte Suave e de fatos marcantes da história de nossos Mestres e do nosso
Jiu-Jitsu. Memórias de lutas em treinos
e de campeonatos, até mesmos de episódios fora das academias são importantes.
Lembro-me
de suas lições em sua academia, onde ainda sem imaginar como o Jiu-Jitsu seria fundamental em minha vida,
ia aprendendo os primeiros movimentos, posições, as lutas que me trouxeram
vitórias e derrotas. Suas lições e “treinos com luvas de boxe” no final dos
treinos, a adrenalina que sentia correr no meu sangue quando era a minha vez de
calçar as luvas e ir lutar.
Todos
lutadores tem suas lembranças particulares das lutas que marcaram na memória,
que fazem parte da sua vida de lutador. Esse passado que moldou o presente e
que é a base do futuro não pode cair no esquecimento. Tenho certeza que existem
muitos Mestres que ainda guardam em suas lembranças muitos fatos em que a nossa
Arte Suave foi a inspiração para atos de bravuras.
Por
mais que hoje seja possível acessar por diferentes mídias, um infindável
arsenal de posições de Jiu-Jitsu, a vivência só ocorre no dojo ao lado do seu
Mestre, seus alunos e amigos. A emoção de ganhar a graduação. O momento em que
se ganha a desejada faixa preta! Essas memórias só nascem em cima do dojo.
Acredito que até mesmo, os momentos difíceis que um lutador passa nos tatames
servem para formar sua garra e capacidade de resiliência. São experiências que
o lutador leva para a sua vida pessoal e passa para os seus alunos e amigos ao
longo do tempo. Não podemos deixar que essas memórias sejam perdidas pelo
tempo, elas devem ser preservadas e perpetuadas por nós.
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Falando para mim mesmo, lute até o fim. Speak for myself, fight to the end.
Fim do treino da tarde, o Jiu Jitsu tem essa capacidade de endorfinar seu corpo e trazer alegria, mesmo quando sua mente parece não se livrar de pensamentos tristes. Hoje ao chegar no dojo vi alguém sentado quieto, cabeça baixa.. pensativo. Me sentei ao lado dele e falei "guerra particulares" todos nós temos, o importante é saber, se essa guerra vale lutar. Se vale meu amigo, não abaixe a cabeça, lute, e lute com todas as suas forças, com atitudes e mentalmente. Eu tenho umas que luto mentalmente, outra que todas as atitudes, ações e gestos eu já fiz. Agora apenas posso observar o que vai acontecer. E o que acontecer tenho a calma dos samurais, pois sei que fiz mais do que o impossível para acontecer. Nunca desisto de nada, mas também chega uma hora que devemos pensar se essa luta não está ficando sem razão. Então meu amigo, respire fundo e decida, e caso decida que vale lutar, se lance a ela com todo o seu empenho, garra, esperança e força. Lute sem medo de morrer. Porque quando você decidir que chegou a hora de parar, terá a paz e honra de saber que lutou até o fim, que o remorso, arrependimento ou tristeza não seja nossas companhias. Meu aluno sorriu, exclamou "OSS!" e arrumou seu quimono. Eu respondi e falei "Eu disse isso foi para mim mesmo, bom que te ajudou."
At the end of the afternoon workout, Jiu Jitsu has this ability to endorse your body and bring joy even when your mind does not seem to get rid of sad thoughts. Today when arriving at the dojo I saw someone sitting still, head down .. thoughtful. I sat next to him and I said "private war" we all have, the important thing is to know, if this war is worth fighting. If you are worthy of my friend, do not lower your head, fight, and fight with all your might, with attitudes and mentally. I have some that I fight mentally, other than all the attitudes, actions and gestures I have ever done. Now I can only observe what will happen. And what happens I have the calm of the samurais, because I know that I did more than the impossible to happen. I never give up anything, but it also comes one hour that we must think if this fight is not going without reason. Then my friend, take a deep breath and decide, and if you decide that it is worth fighting, throw yourself to it with all your effort, claw, hope and strength. Fight without fear of dying. Because when you decide that the time has come to stop, you will have the peace and honor to know that you fought to the end, that remorse, regret or sadness are not our company. My student smiled, exclaimed "OSS!" and tidied up his kimono. I answered and said "I said that was to myself, good it helped you."
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quarta-feira, 25 de julho de 2018
Jiu Jitsu para mulheres
Já tem um tempo que as mulheres mostram suas forças nos
tatames, campeonatos e MMA. E sempre vejo com satisfação essa presença cada vez
maior das mulheres nos tatames. Treinando forte, professoras dedicadas ,
lutadoras competitivas e com muita técnica na nossa Arte Suave. A garra com que
lutam, a vontade de aprender novas técnicas. Progredir no Jiu Jitsu sempre
inspiram a puxar uma aula cada vez melhor. E com esse aumento do número de
praticantes de mulheres na Arte Suave até o mercado está se adaptando as
exigências das lutadoras. Quimonos com uma diferenciação como também nas
lycras. Creio que todos ganham, a aula fica mais leve mais em nenhum momento o
treino perde sua excelência na técnica. Cabe a nós homens quando formos treinar
com elas, termos cuidados nas pegadas, equalizar nossa força a elas e
respeitá-las acima de tudo. Como devemos respeitar a todos nos tatames. Vejo
nelas muitas vezes a vontade de ganhar mais latente do que em muitos lutadores.
A suavidade delas não abranda sua força e vontade de lutar para finalizar. Essa
idéia que o Jiu Jitsu tira a feminilidade das mulheres acho completamente
equivocada. Nos tatames sempre arranjam um tempinho para “ajeitar o cabelo”,
dar uma blitz nas unhas. Mas quando escutam a palavra “combate” ali estão as ninjas,
mirando seu braço, pescoço ou tentando uma raspagem. Temos como professores e
praticantes sempre que incentivar e ajudar a todas as mulheres que pisam nos
tatames, em busca de treinos. Vamos equalizar nossas forças com a delas, soltar
o treino, treinar com elas que geralmente tem uma maior elasticidade sempre são
excelentes treinos. Não vejo vantagem, nem acho certo, usar uma força desmedida
com uma lutadora. Vamos treinar com atenção, se a finalização imposta por ela
encaixar e você não consegue sair, bata sem problemas. Já vi lutadores ficarem
incomodados por serem finalizados por lutadoras. Creio que o que finaliza é a
técnica utilizada corretamente e não devemos colocar a questão se foi uma
lutadora. Infelizmente já presenciei lutador ficar alterado por ser finalizado
por uma lutadora. Eu não gosto de ser finalizado, seja por lutador ou por uma
lutadora e creio que ninguém goste. Mas a partir desse ponto ser grosseiro com
uma lutadora acho indesculpável. O erro ou a falha foi do lutador e não dela,
pelo contrário. Vejo sempre com satisfação as minhas atletas das faixas brancas
a preta treinando forte, arriscando e se expondo em movimentos nas lutas. E ao
serem finalizadas voltarem com mais foco ainda para a luta. Vamos sempre
incentivar essas guerreiras. Que a presença das mulheres nos tatames e nos
campeonatos sejam cada vez maiores. OSS! Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail
geracao.artesuave@yahoo.com.br.
quinta-feira, 19 de julho de 2018
Mudando os conceitos da nossa Arte Suave

Hoje encontrei um amigo, e a conversa acabou passando pelo Jiu Jitsu é claro. Perguntas buscando respostas, estímulos positivos para quem quer treinar e tem medo de se lesionar. Coisas do velho estilo “Eu ouvir falar.. é verdade?!”, ou “É assim mesmo.. ?!”. Eu fico ainda impressionado como certos conceitos ainda existem e persistem. Eu tenho mais alunos que se afastam por lesões causadas no futebol do que em treinos. No calor da luta pode acontecer lesões, é um esporte de contato. Luta, um tenta subjugar o seu oponente. Finalizar é o caminho correto de qualquer lutador. E esse caminho passa por treinos duros que puxam seus limites. Todo lutador, gosta de um treino duro, puxado, que o deixe cansado no final da luta e que certamente a fez puxar de seu preparo técnico e físico. Mas muitas vezes lutadores machucam outros lutadores, em situações e movimentos completamente desnecessários, é claro que acidentes e fatalidades ocorrem, mas muitas lesões poderiam ser evitadas justamente se houver uma noção bem definida e consciente do lutador que saiba diferenciar treino duro de grosseria. Um treino duro significa, pegada firme, posições justas, raciocínio rápido, boa estratégia. Um bom fôlego para não parar por cansaço e ser finalizado e um bom nível técnico para que possa fazer o movimento correto no tempo certo, deixando o adversário sem opções, sem tempo para reagir ou levando ele para a posição que você considera ideal para finalizá-lo. Existem lutadores, que você pode treinar inúmeras vezes e não se machuca, mesmo ele sendo mais pesado ou não, e ao fim da luta você sabe que deu um ótimo treino. Você se esforçou ao máximo para superá-lo, e se superar. O cansaço vem com uma sensação de satisfação porque você sabe que valeu tanto esforço, são aqueles treinos que guardamos na nossa memória, e ficamos ansiosos por outro treino desse tipo. Um treino duro, não é sinônimo de grosseria, nada justifica atitudes de lutadores que acham que fazendo grosserias, fazem o nome ou “fama” ao lesionar seus colegas de treinos. Como escrevi no início desse texto, acidentes e fatalidades acontecem em treinos nas nossas academias ou em campeonatos, mas quando se tornam repetitivos sempre com determinados atletas é necessário que esse atleta repense suas atitudes e creio ser obrigação do professor em alertá-lo e corrigir essa conduta, é inadmissível ao meu modo de ver, lutadores mais graduados esmagando iniciantes, o que querem provar?. Um lutador técnico sabe dosar suas finalizações, sabe deixar num nível de ajuste o golpe, que permite que o adversário possa dar os “três tapinhas” sem causar uma lesão. Por outro lado esses lutadores considerados “grossos”, muitas vezes nas próprias academias acabam com o decorrer do tempo ficando sem treino, já que a maioria além de treinar, trabalha e estuda, e sabe que ao fazer um treino com eles podem ser lesionados, o que pode trazer muito transtorno no seu cotidiano, e até os afastando de um campeonato que se aproxima. Então naturalmente acabam evitando treinar com eles. Creio que, quanto mais um lutador vai se aperfeiçoando tecnicamente, buscando novas posições e variações, modificando sua rotina, inovando, mais ele vai se afastando das “grosserias” e seu treino vai ficando melhor, e mais lutadores vão querer lutar com ele. A certeza de um treino duro sem grosserias é o desejo de qualquer lutador ao ir para sua academia buscando sempre a sua própria evolução. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ . Boa semana, bons treinos e até a próxima!
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quinta-feira, 5 de julho de 2018
Resiliencia no Jiu Jitsu sempre! Resilience, Jiu Jitsu be strong!
Sabe, todos nós temos dias difíceis, duros. Por motivos
pessoais, não veio a graduação desejada ou por perder a luta no Campeonato,
depois de tanta preparação, regime para bater o peso. As vezes tudo parece ser
um forte motivo para desanimar, deixar de treinar, tudo parece ser uma
justificativa para não tocarmos no quimono. As vezes pegar o quimono pode ser
difícil. Ir treinar sem motivação, e você sabe que os outros estarão motivados,
cheios de energia, e logo hoje a vontade de ficar quieto é maior. Eu sinto as
vezes isso. Posso escrever muito bem sobre esse assunto. Mas posso afirmar
também que ficar em casa é pior. Encare a “tormenta”, vá treinar. Respire
fundo, e fale para si mesmo, “vou treinar, fazer o meu melhor”. Temos que ter o
“Jiu Jitsu mental” também sempre pronto. Treine sem pensar em mais nada. Tente
fazer esse exercício. Nada mais fora do dojo existe. Nada mais. Então dê todos
os treinos que puder, sem pensar, ataque ou se defenda, amarre a luta se
desejar, mais treine. Não deixe nada te afastar de treinar, porque o treino e o
Jiu Jitsu vai te ajudar a sair da tristeza, seja ela de qualquer motivação,
treine. Cuide do corpo e da mente, ao fim do treino verá que a energia volta, a
endorfina ajuda. Talvez descubra um novo caminho, uma nova estratégia para o
seu problema. E se por um motivo que seja imutável a endorfina vai te ajudar a
suportar essa pressão. Já passei por esses sentimentos, uma luta até para pegar
o quimono e ir dar aula, ou treinar com amigos em suas academias. Mas vá! Se
perceber algum amigo desanimado, o chame, convoque ele para o treino. Jiu Jitsu
é família, é amizade, um cuidando do outro, amassando no tatame ou o empurrando
para dentro dele. Não desista de você, não pare de treinar por qualquer motivo,
acredite só irá piorar. Pegue o quimono, respire fundo. Repita para você mesmo,
vou treinar! Treine sem pensar em se será finalizado ou não. Mais treine,
treine muito até ficar exausto. A mente agradece e o corpo também. Treinar
feliz é bem melhor é claro. Mas se treinar triste é uma tormenta, então se
torne a tormenta. Treine, treine muito. Projete sua mente na luta. Irá
descansar sua mente, absorvida por problemas extra tatames. É melhor estar
treinando do que parado em casa, ou num bar, nada melhor que a endorfina dos
treinos. Supere a si mesmo. Vença seus medos e treine. Se torne a própria
tormenta, faça seus medos terem medo de você. Algumas frases repito sempre, e
repito para mim mesmo. Creio que uma das inúmeras qualidades que o Jiu Jitsu
nos dá é suportar a pressão. Reagir sobre a pressão. Então nunca desista. Hoje
foi um dia ruim? Pegue o quimono e vá treinar. A mente e o corpo irão te
agradecer. Ao fim do treino verá a mudança na mente e no corpo. Só Jiu Jitsu
salva!
Para mais informações,
veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail
geracao.artesuave@yahoo.com.br. Boa semana, bons treinos e até a próxima!
You know, we all have hard, hard days. For personal reasons, did not get the desired graduation or for losing the fight in the Championship, after so much preparation, regime to beat the weight. Sometimes everything seems to be a strong reason to be discouraged, to stop training, everything seems to be a justification for not touching the kimono. Sometimes getting the kimono can be difficult. Go training without motivation, and you know that others will be motivated, full of energy, and soon the desire to be quiet is greater today. I feel it sometimes. I can write very well on this subject. But I can also say that staying at home is worse. Face the "storm", go train. Take a deep breath, and speak to yourself, "I will train, do my best." We have to have "mental Jiu Jitsu" also always ready. Train without thinking of anything else. Try to do this exercise. Nothing else outside the dojo exists. Nothing else. Then give all the training you can, without thinking, attack or defend yourself, tie the fight if you wish, but train. Do not let anything get you away from training, because training and Jiu Jitsu will help you get out of sorrow, be it of any motivation, train. Take care of the body and mind, at the end of the training you will see that the energy comes back, the endorphins help. Maybe you'll discover a new path, a new strategy for your problem. And if for a reason that is immutable endorphine will help you withstand this pressure. I've been through these feelings, a fight even to get the kimono and go to class, or train with friends in their academies. But go! If you notice a discouraged friend, call him, call him to practice. Jiu Jitsu is family, it is friendship, one caring for the other, kneading on the mat or pushing him inside. Do not give up on yourself, do not stop training for any reason, believe it will only get worse. Take the kimono, take a deep breath. Repeat for yourself, I will train! Train without thinking about whether it will be finalized or not. More train, train hard until you're exhausted. The mind thanks and the body as well. Happy training is a lot better of course. But if sad training is a storm, then become the storm. Train, train hard. Design your mind in the fight. It will rest your mind, absorbed by extra mats problems. It is better to be training than at home, or in a bar, nothing better than the endorphin of training. Get over yourself. Overcome your fears and train. Become the storm itself.
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quarta-feira, 27 de junho de 2018
Nunca lute com raiva
Lutar com vontade de vencer, lutar pensando em não bater sob qualquer situação, lutar focado em finalizar sempre são possibilidades que passam na mente de um lutador. Mas um sentimento ou pensamento como queiram chamar não pode dominar nossa mente, nunca, na vida ou nos ringues. É o lutar com raiva. A raiva cega, não te deixa pensar, impede de fazer a estratégia correta, de progredir na posição ideal ou te impede de esperar o momento correto para encaixar a finalização. Lutar movido pela raiva, pode parecer para muitos um excelente combustível. Mas na verdade não creio. O melhor combustível é o foco, a confiança nas suas posições, sua escolha na estratégia e seu preparo físico. Lutar com raiva, ou levar a luta pelo campo da questão pessoal não é bom. A raiva cega. Já vi muitos atletas perderem lutas por seguirem a raiva, tanto em lutas de campeonatos de jiu jitsu como em lutas de mma. É claro nenhum de nós quer perder. Mas não podemos deixar que a raiva comande nossos atos. Como professores também temos a obrigação de acalmar os ânimos quando assim for necessário dentro do nosso dojo. Manter a união. E com os lutadores que irão competir devemos orientar que lutem sem raiva, mas com foco. Lutar com alguém que já nos ganhou em um campeonato anterior sempre é tenso. Mas que essa tensão seja direcionada para se ter mais atenção, mais foco, concentração. Não concordo com quem instiga usando a raiva. Não acho um bom caminho. Que sentimentos de garra, coragem, determinação, vontade de ganhar sejam a tônica. Mesmo dentro das nossas academias o caminho que acho correto é instigar a superação do próprio lutador, que deseje vencer sim. Mas não como se fosse uma revanche indo para o lado pessoal. Mas uma vitória. Levada pela vontade de vencer. Trabalhou, superou seus pontos fracos, venceu suas fraquezas e até mesmo a insegurança de lutar com quem o já venceu. O clima de rivalidade desenfreada na academia não creio ser um bom ambiente. O desgaste é maior. Para alguns estudiosos o sentimento de raiva, significa dizer que o sentimento de raiva é tão ruim para o coração como fumar. O sentimento de raiva, tem de ser rapidamente transformado em sentimentos de superação, vontade de treinar para melhorar seu rendimento, sua técnica. Se você perdeu uma luta, não transforme seu oponente em um inimigo. Mas numa referência a ser batida. Ele no fundo te ajudou, mostrou onde errou e o que você deve fazer para superar essa falha. Eu pelo menos sempre pensei assim em minhas derrotas. Perder é muito ruim. Mas pode te trazer o caminho da melhora, da sua evolução como lutador. Na próxima vez que for lutar com quem te ganhou, lute focado na vitória, não na pessoa, lute com o melhor que o seu Jiu Jitsu pode te oferecer, lute usando toda a sua capacidade física e mental. Lute para vencer, e não para, como muitos pensam “em dar o troco!” ou “devolver a derrota”. Lute para vencer, se superar. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Acabei de receber esse post feito por um lutador de uma
das academias que visitei, que inspirou esse texto. Umas das coisas que mais
percebo em minhas viagens, é o potencial de amizades que o Jiu Jitsu é capaz de
trazer para nós. E ao mesmo treino, como é bom treinar nesses países, com
lutadores de diferentes faixas. É possível perceber diferenças na maneira de
lutar. Claro que cada academia tem seu estilo, suas características, mesmo no
Brasil. Não busco perceber qual o Jiu Jitsu melhor ou pior, forte ou fraco. Mas
apenas treinar e perceber as características dos lutadores daquele lugar e como
o meu Jiu Jitsu responde a esses treinos. Creio que eu sempre evoluo no meu Jiu
Jitsu, cada vez que treino nos lugares que visito, lutar fora de casa. Muitas
vezes com pessoas que você nem sabe ao certo o quanto sabem de Jiu Jitsu. E
assim as viagens sempre são muito produtivas, o aprendizado é constante. A
evolução flui e renova o seu Jiu Jitsu. Nesta academia, no final do treino. Com
surfistas locais, outro lutador que já pisou no ringue de mma, e outros com
perfis diferentes você percebe como o Jiu Jitsu envolve as pessoas, as une. E
então você começa a ver como reflete no Jiu Jitsu de cada um. Alguns mais
agressivos, outros jogando mais em contra-ataques, passadores ou guardeiros. O
Jiu Jitsu reflete o estilo pessoal de cada um. Tive a oportunidade de
apresentar o Jiu Jitsu para alguns surfistas locais e é muito bom ver o impacto
que causa. Todos os dias na areia ou depois do surf, sempre vinha aquele perguntando
sobre determinada posição que eu tinha mostrado ou ccom um convite de “vamos
dar um treino?!”. A vontade de aprender
rápido, de treinar muito, de rolar com os amigos em pouco tempo o deck virava
um dojo. A grama na casa de outro amigo também era outro. Essa alegria ao
conhecer o Jiu Jitsu é contagiante. Por vezes ainda com a roupa de borracha os
treinos rolava na praia. O surf e o Jiu Jitsu numa perfeita sintonia. Não
conheço outros dois esportes que se encaixem tanto. Vi pessoas olhando com
curiosidade e devagar chegando mais perto e de repente estavam fazendo
posições. Alguns com idéias e conceitos errados sobre nós, treinando e já
sorrindo perguntando sobre academias locais para os meus amigos. Fico muito
feliz em poder ajudar a divulgar o nosso Jiu Jitsu e ver as pessoas curtindo.
Hoje creio que o grande embaixador do Brasil é o Jiu Jitsu. Ele aproxima as
pessoas. Não é necessário dominar a língua local. É só fazer um treino e todos
se entendem. A Arte é Suave o sistema é bruto, mas a endorfina e alegria que o
Jiu Jitsu nos traz é única.
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Jiu JItsu, estratégia e inteligência
Creio ser
imprescindível o lutador possuir um raciocínio rápido e fundamentado numa
estratégia, sempre com movimentos que esteja sempre um passo à frente do
oponente. Jiu Jitsu não é só força. A técnica sempre deve estar associada a uma
maneira de pensar que demonstra como o Jiu Jitsu nasce na mente para depois
refletir no corpo com movimentos eficientes. Estratégia na hora da luta é
fundamental, a leitura correta do seu oponente. Durante o combate é possível
perceber como a estratégia é importante para a rotina do lutador, tendo sempre
um gasto mínimo de energia, mas com seus movimentos certos e bem direcionados,
sempre visando potencializar a força preservando energia para futuras lutas num
campeonato por exemplo. Porque peso, vigor físco pode ser equalizado pelo seu
oponente, então será técnica e estratégia que definirá o resultado da luta. A
medida que vai treinando e pensando em seus movimentos e suas posições, o
lutador pode ir percebendo detalhes que potencializam suas pegadas e transições
deixando o oponente muitas vezes sem opções de ataque ou defesa. A
finalização vem como conseqüência de posições muito bem elaboradas e planejadas
com variantes para qualquer opção de movimentos dos oponentes. O raciocínio de
progressão para conquista de uma posição confortável e inversamente
desconfortável para o oponente colocando assim o lutador sempre um passo a
frente, porque como realizar um ataque se sua posição está ruim? Assim é um Jiu
Jitsu bem técnico, detalhista em sua dinâmica explorando a anatomia dos corpos
para a utilização de uma alavanca mais forte, a importância do pensamento
correto, estratégia aliada é claro ao rendimento e uso da energia e resistência
física no momento preciso. A construção da estratégia deve ser sempre a mais
simples e objetiva possível, sempre em busca da finalização. Essa estratégia
deve ser sempre feita do faixa branca ao faixa preta, competidor ou não. Cada
qual raciocinando dentro de suas capacidades e vivência no dojo. O uso da força
física é potencializado com a inteligência. Existem muitos lutadores que
depositam todo o seu jogo, em sua pujança física, mas, e se essa força for
equalizada pelo seu oponente? A técnica será o diferencial da luta. Muitas
vêzes me pego pensando em treinos que fiz com meus amigos e alunos e revendo
mentalmente a luta, penso em movimentos melhores e mais objetivos que fiz e
deixei de fazer. Mas esse treino mental de Jiu Jitsu é muito produtivo, pensar
nas variações e possibilidades de ataques e defesas. Assim a estratégia
vai sempre evoluindo, para cada perfil de oponente nos tatames. E
consequentemente sempre melhorando a sua performance como lutador. Bons
treinos! OSS!
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Focus on your Jiu Jitsu. Men sana in corpore sano.
Treine, cuide do seu corpo. Cuide da sua mente.
Foque no seu Jiu Jitsu. Por mais que os dias estejam difíceis, acredite
treinar Jiu Jitsu é um grande caminho para pacificar a mente, e te mostrar o caminho a seguir. A endorfina boa dos treinos sempre irão te ajudar.
Acreditem em mim.
Train, take care of your body. Take care of your mind.
Focus on your Jiu Jitsu. Even though the days are tough, believe me
training Jiu Jitsu is a great way to pacify the mind, and show you the way forward. Good training endorphins will always help you.
Believe me.
Train, prends soin de ton corps. Prenez soin de votre esprit.
Concentrez-vous sur votre Jiu Jitsu. Même si les jours sont durs, croyez-moi
entraînement Jiu Jitsu est un excellent moyen de pacifier l'esprit et de vous montrer la voie à suivre. Une bonne formation d'endorphines vous aidera toujours.
Croyez-moi.
Träna, ta hand om din kropp. Ta hand om ditt sinne.
Fokusera på din Jiu Jitsu. Trots att dagarna är tuffa, tro mig
utbildning Jiu Jitsu är ett utmärkt sätt att lugna sinnet och visa dig vägen framåt. Bra träningsendorfiner hjälper dig alltid.
Tro mig.
MEN SANA IN CORPORE SANO
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domingo, 31 de agosto de 2014
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sábado, 9 de agosto de 2014
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JIU JITSU = RESPEITO
Se
você tem o Jiu Jitsu como um estilo de
vida, uma filosofia de vida. Verá que o Jiu Jitsu é um transformador de corpo e mente. A cada treino
você evolui, e creio que uns dos principais ensinamentos e trampolim para a
evolução dentro do Jiu Jitsu é o respeito e a humildade em relação ao oponente.
Você aprende a respeitar o seu adversário de treino ou na competição em que
estiver. O quimono pode estar mais novo ou mais gasto, mas são apenas quimonos
em momentos diferentes. Um atleta pode ser mais forte, ou mais baixo, mas o Jiu
Jitsu está é dentro de cada um de nós. As faixas mostram o tempo que cada um
treina, mais não é marcador de quem vai ganhar. Um lutador pode ser mais
agressivo, outro lutador pode ser mais calado, mas é no decorrer da luta que o resultado
se desenha. E muitas vezes surpreendem a todos. “Se tamanho fosse documento o
elefante seria o rei da selva!” frase muita ouvida no Jiu Jitsu. Já vi
lutadores escolherem oponentes para treinarem achando que seria um treino fácil
ou pelo menos tranqüilo e tomarem um carro. Quando isso acontece muitas vezes é
por conta de uma falta de respeito e humildade, princípios básicos para todos
os lutadores. Quantos de nós já não vimos amigos perderem por soberba ou chegar
cheio de marra numa luta e tomar um carro? Você sabe que ele é melhor, mas
lutou tão marrento com um ar de que finaliza quando quiser, que perdeu o foco
da luta, ou melhor nem entrou na luta. Enquanto
que aquele outro lutador, consciente de suas limitações e ou sabedor da
superioridade de seu adversário, lutou focado, respeitando seu oponente, mais
atento ao momento presente da luta e percebendo a hora exata de uma raspagem ou
finalização. Acreditando que também poderia vencer. Acredito ser um fator importante a autoconfinaça mas nunca confundir
com arrogância. O lutador não pode nem deve desrespeitar seus oponentes antes,
durante ou depois de uma luta de campeonato ou em treinos.Podemos até mesmo
numa luta sabermos intimamente que temos tudo para ganhar, mas respeitar o
oponente é fundamental. Ser humilde é o primeiro passo para estarmos sempre
aprendendo e evoluindo na nossa Arte Suave. Conheço lutadores que se colocam
como se não tivessem mais nada a aprender. Acredito que o aprendizado é
constante. Quando você está de mente vazia, ela pode ser receptiva e aprender novas posições, drills e perceber
novas possibilidades vislumbrada por outro lutador. Sempre escuto e presto
atenção quando vêem me mostrar posições, porque pode ser um aprendizado muito
importante. As vezes aquele lutador mais quieto, ou que você não conhece, pode
te mostrar uma excelente técnica. Já presenciei em campeonatos vitórias de
atletas que nem torcida tinham. Treine sempre com respeito, ou a lição pode vir
com um gosto amargo. A luta só acaba, quando o árbitro sinaliza o fim do
combate ou um dos lutadores dá os três tapinhas.Bons treinos! OSS!
Luiz
Dias, Líder da GAS JJ
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