Um conceito ou regra, não importa como classificar. Mas
sempre tenho para mim como ponto de partida, ao dar um treino. Nunca subestime
seu adversário. Não importa qual a sua faixa, seu biótipo e até mesmo seu
condicionamento físico. Se está ali de quimono para treinar, pisou no dojo.
Então é um parceiro de luta que tem de ser respeitado, se está sem treino, fora
de forma não importa. Ele até por saber de suas próprias condições fazer um só
ataque e encaixar uma finalização que seu adversário não espera e assim
finaliza a luta. Num dos últimos treinos na minha academia dois alunos meus
foram treinar e o mais graduado tomou uma finalização que percebi que ele não
esperava. E ter que dar os tapas mexeu com ele, sentou ao meu lado e reconheceu
seu erro. Subestimou seu oponente, e se lembrou após bater o que sempre digo.
“Nunca subestime seu adversário.” Pagou o preço e levou uma finalização. Já
lutei com amigos que percebia que se sentiam com a supremacia da luta, e ao
serem finalizados ficarem surpresos. Não importa, eu penso assim. Se é um
treino livre ou uma luta de campeonato, não importo o histórico de lutas entre
você e o seu oponente, lute com seriedade, seu oponente pode e certamente
estará sempre com a mente focada em te vencer. Pode ter treinado mais ainda,
colocado em sua rotina mais e diferentes posições, condicionamento físico mais
apurado. Não tenha o seu histórico de luta com ele como a certeza do próximo
confronto. Tenha seu histórico como um estímulo para te manter à frente. Como
um motivacional para cada vez você treinar mais e mais. Um general romano em
outras palavras disse “A vitória favorece que mais se esforça por ela”. Não
acredito em sorte, acredito em treinar muito, em se esforçar, se dedicar aos
seus objetivos dentro e fora dos tatames. Enquanto você se achar melhor e não
treinar para se manter em forma e evoluir no seu jiu jitsu, vários lutadores
estão nos tatames ralando para melhorar. Buscando a vitória em suas lutas. E
dependendo de cada situação ou foco, você mesmo pode ser o foco imediato dele.
Talvez ele treine pensando “Vou finalizar ele” e esse foco pode ser uma meta
saudável, nada contra pessoalmente, mas você pode representar o patamar o nível
que ele deseja de imediato. Então não descanse em vitórias passadas, mesmo que
a retrospectiva em confronto em campeonatos pode estar a seu favor. Respeite
seu oponente, ele está ali para vencer também. Nos treinos livres a mesma
coisa. Perder, ninguém gosta, eu não gosto, nem nunca gostei. Mas perder
sabendo que não treinou o suficiente quando poderia ter treinado, no treino
livre não lutou achando que poderia finalizar quando quisesse ou perdeu por não
lutar focado, acredito que é a pior das derrotas. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail
geracao.artesuave@yahoo.com.br. Boa semana, bons treinos e até a próxima!
Mostrando postagens com marcador coluna da arte suave. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador coluna da arte suave. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Seguindo outro caminho, quando os caminhos se separam
As vêzes, existem partidas que é melhor que aconteçam. Alunos que não agem como deveriam, ou como você não espera. Outras vêzes partem por situações da vida do cotidiano. Fazer o que? Respirar fundo. E continuar a vida. Na vida pessoal de certa maneira é a mesma coisa, Temos sempre de estarmos cientes que chegadas e partidas acontecem, querendo ou não elas acontecem. As vezes pela nossa vontade as vezes contra a nossa vontade. Creio que temos de fazer o máximo para o que achamos que é o melhor para nós, lutarmos sem medir esforços para os nossos desejos. E independente do resultado aceitar a situação sendo favorável a nós ou não. Mas sabendo que lutamos até o fim de nossas forças. Todos nós já vivenciamos essas situações. Escrevo para mim mesmo antes de tudo. Espero que gostem deste tema. Muito comum nas academias, na relação professor e aluno.
Me perguntaram, através de um e-mail, o que eu sentia “quando perdia um aluno para outro professor, outra academia”. Claro que já aconteceu isso comigo. Já escrevi isso, que nós, professores, temos de entender que é o aluno que escolhe o professor. Os critérios são inúmeros, subjetivos e até financeiros, cada um tem suas expectativas e julgamento.
Não percebo como se fosse “perder” um aluno. Interpreto que se ele não se encontrou aqui na minha academia, ele deve, então, buscar outra, até no mesmo bairro ou próximo. Também já aconteceu comigo, e por motivos até logísticos, como distância, dias de treino ou horários, e até por afinidade mesmo. Isso acontece e o aluno busca outro caminho.
Já tive alunos que se mudaram para um local mais distante e foram treinar em outras academias. Por vezes, é impossível mesmo treinar na sua academia de origem, e como já aconteceu aqui comigo, atualmente ele é um faixa-preta meu. Ele casou, foi morar em um bairro distante, treinou em outra academia. Quando teve condições, retornou aos treinos comigo e continua ainda. Cada aluno também tem uma expectativa do seu professor, não julgando certo ou errado, mas tem. Até mesmo discordando de graduações que parceiros de treino recebem, ou porque ele não recebeu e se acha injustiçado em certa situação.
Particularmente, eu tenho um pensamento em não ser injusto, mas também não penso em quem agrado ou deixo de agradar, porque é o nome do professor que vai junto em cada faixa que ele gradua. Já vi lutadores que foram alunos meus em outras academias, mas realmente não tiram a minha paz. Cada professor tem de ter em mente que faz o seu melhor para os seus alunos, mas se um ou outro decide sair, é porque ele não está satisfeito, então deve buscar o seu caminho em outra academia mesmo, sem problemas.
Essa fidelidade tem de ser mútua, um laço de família. E ambos, professor e aluno, cada um em seu campo de expectativas, devem respeitar as decisões do outro. Creio que cada professor, e eu me incluo, faço isso, penso nas minhas aulas para perceber a dinâmica, planejamentos e mantê-las sempre com um bom ritmo, independentemente de tudo.
Manter um ambiente amistoso, com treinos duros e bons, esta é a melhor maneira de manter a sua equipe, e entender a decisão de um aluno seu, independentemente da graduação, se ele saiu. Cada um sabe da sua vida, do seu caminho. Se o aluno não comentou nada com o professor e saiu, muitas vezes, ambos sabem o motivo. Mas se é algo que pode ser conversado, resolvido, uma conversa com o seu professor vale a pena tentar. Às vezes, desgastes dentro da academia, ou na vida pessoal, seriam evitados com uma simples conversa. Mas como professor, tenho a plena consciência que por mais que se tente, é impossível agradar a todos, desde a metodologia das aulas às graduações.
Então, fechando a resposta, não vejo como perda quando um aluno sai. Entendo que ele está buscando o caminho dele, novo, e que naquele momento, o que ele espera não encontrou na minha academia. Quando se vê assim, não tem perdas. Cada um é responsável por suas ações, pelo seu próprio caminho, no dojo e na vida, sempre atento.
Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Resiliencia no Jiu Jitsu sempre! Resilience, Jiu Jitsu be strong!
Sabe, todos nós temos dias difíceis, duros. Por motivos
pessoais, não veio a graduação desejada ou por perder a luta no Campeonato,
depois de tanta preparação, regime para bater o peso. As vezes tudo parece ser
um forte motivo para desanimar, deixar de treinar, tudo parece ser uma
justificativa para não tocarmos no quimono. As vezes pegar o quimono pode ser
difícil. Ir treinar sem motivação, e você sabe que os outros estarão motivados,
cheios de energia, e logo hoje a vontade de ficar quieto é maior. Eu sinto as
vezes isso. Posso escrever muito bem sobre esse assunto. Mas posso afirmar
também que ficar em casa é pior. Encare a “tormenta”, vá treinar. Respire
fundo, e fale para si mesmo, “vou treinar, fazer o meu melhor”. Temos que ter o
“Jiu Jitsu mental” também sempre pronto. Treine sem pensar em mais nada. Tente
fazer esse exercício. Nada mais fora do dojo existe. Nada mais. Então dê todos
os treinos que puder, sem pensar, ataque ou se defenda, amarre a luta se
desejar, mais treine. Não deixe nada te afastar de treinar, porque o treino e o
Jiu Jitsu vai te ajudar a sair da tristeza, seja ela de qualquer motivação,
treine. Cuide do corpo e da mente, ao fim do treino verá que a energia volta, a
endorfina ajuda. Talvez descubra um novo caminho, uma nova estratégia para o
seu problema. E se por um motivo que seja imutável a endorfina vai te ajudar a
suportar essa pressão. Já passei por esses sentimentos, uma luta até para pegar
o quimono e ir dar aula, ou treinar com amigos em suas academias. Mas vá! Se
perceber algum amigo desanimado, o chame, convoque ele para o treino. Jiu Jitsu
é família, é amizade, um cuidando do outro, amassando no tatame ou o empurrando
para dentro dele. Não desista de você, não pare de treinar por qualquer motivo,
acredite só irá piorar. Pegue o quimono, respire fundo. Repita para você mesmo,
vou treinar! Treine sem pensar em se será finalizado ou não. Mais treine,
treine muito até ficar exausto. A mente agradece e o corpo também. Treinar
feliz é bem melhor é claro. Mas se treinar triste é uma tormenta, então se
torne a tormenta. Treine, treine muito. Projete sua mente na luta. Irá
descansar sua mente, absorvida por problemas extra tatames. É melhor estar
treinando do que parado em casa, ou num bar, nada melhor que a endorfina dos
treinos. Supere a si mesmo. Vença seus medos e treine. Se torne a própria
tormenta, faça seus medos terem medo de você. Algumas frases repito sempre, e
repito para mim mesmo. Creio que uma das inúmeras qualidades que o Jiu Jitsu
nos dá é suportar a pressão. Reagir sobre a pressão. Então nunca desista. Hoje
foi um dia ruim? Pegue o quimono e vá treinar. A mente e o corpo irão te
agradecer. Ao fim do treino verá a mudança na mente e no corpo. Só Jiu Jitsu
salva!
Para mais informações,
veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail
geracao.artesuave@yahoo.com.br. Boa semana, bons treinos e até a próxima!
You know, we all have hard, hard days. For personal reasons, did not get the desired graduation or for losing the fight in the Championship, after so much preparation, regime to beat the weight. Sometimes everything seems to be a strong reason to be discouraged, to stop training, everything seems to be a justification for not touching the kimono. Sometimes getting the kimono can be difficult. Go training without motivation, and you know that others will be motivated, full of energy, and soon the desire to be quiet is greater today. I feel it sometimes. I can write very well on this subject. But I can also say that staying at home is worse. Face the "storm", go train. Take a deep breath, and speak to yourself, "I will train, do my best." We have to have "mental Jiu Jitsu" also always ready. Train without thinking of anything else. Try to do this exercise. Nothing else outside the dojo exists. Nothing else. Then give all the training you can, without thinking, attack or defend yourself, tie the fight if you wish, but train. Do not let anything get you away from training, because training and Jiu Jitsu will help you get out of sorrow, be it of any motivation, train. Take care of the body and mind, at the end of the training you will see that the energy comes back, the endorphins help. Maybe you'll discover a new path, a new strategy for your problem. And if for a reason that is immutable endorphine will help you withstand this pressure. I've been through these feelings, a fight even to get the kimono and go to class, or train with friends in their academies. But go! If you notice a discouraged friend, call him, call him to practice. Jiu Jitsu is family, it is friendship, one caring for the other, kneading on the mat or pushing him inside. Do not give up on yourself, do not stop training for any reason, believe it will only get worse. Take the kimono, take a deep breath. Repeat for yourself, I will train! Train without thinking about whether it will be finalized or not. More train, train hard until you're exhausted. The mind thanks and the body as well. Happy training is a lot better of course. But if sad training is a storm, then become the storm. Train, train hard. Design your mind in the fight. It will rest your mind, absorbed by extra mats problems. It is better to be training than at home, or in a bar, nothing better than the endorphin of training. Get over yourself. Overcome your fears and train. Become the storm itself.
Marcadores:
100% джиу-джитсу,
art of war,
ARTICLE JIU JITSU,
Artigo Jiu Jitsu,
believe in yourself,
BJJ,
coluna da arte suave,
defeat your fears,
Luiz Dias BJJ,
luizdiasbjj
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Nunca lute com raiva
Lutar com vontade de vencer, lutar pensando em não bater sob qualquer situação, lutar focado em finalizar sempre são possibilidades que passam na mente de um lutador. Mas um sentimento ou pensamento como queiram chamar não pode dominar nossa mente, nunca, na vida ou nos ringues. É o lutar com raiva. A raiva cega, não te deixa pensar, impede de fazer a estratégia correta, de progredir na posição ideal ou te impede de esperar o momento correto para encaixar a finalização. Lutar movido pela raiva, pode parecer para muitos um excelente combustível. Mas na verdade não creio. O melhor combustível é o foco, a confiança nas suas posições, sua escolha na estratégia e seu preparo físico. Lutar com raiva, ou levar a luta pelo campo da questão pessoal não é bom. A raiva cega. Já vi muitos atletas perderem lutas por seguirem a raiva, tanto em lutas de campeonatos de jiu jitsu como em lutas de mma. É claro nenhum de nós quer perder. Mas não podemos deixar que a raiva comande nossos atos. Como professores também temos a obrigação de acalmar os ânimos quando assim for necessário dentro do nosso dojo. Manter a união. E com os lutadores que irão competir devemos orientar que lutem sem raiva, mas com foco. Lutar com alguém que já nos ganhou em um campeonato anterior sempre é tenso. Mas que essa tensão seja direcionada para se ter mais atenção, mais foco, concentração. Não concordo com quem instiga usando a raiva. Não acho um bom caminho. Que sentimentos de garra, coragem, determinação, vontade de ganhar sejam a tônica. Mesmo dentro das nossas academias o caminho que acho correto é instigar a superação do próprio lutador, que deseje vencer sim. Mas não como se fosse uma revanche indo para o lado pessoal. Mas uma vitória. Levada pela vontade de vencer. Trabalhou, superou seus pontos fracos, venceu suas fraquezas e até mesmo a insegurança de lutar com quem o já venceu. O clima de rivalidade desenfreada na academia não creio ser um bom ambiente. O desgaste é maior. Para alguns estudiosos o sentimento de raiva, significa dizer que o sentimento de raiva é tão ruim para o coração como fumar. O sentimento de raiva, tem de ser rapidamente transformado em sentimentos de superação, vontade de treinar para melhorar seu rendimento, sua técnica. Se você perdeu uma luta, não transforme seu oponente em um inimigo. Mas numa referência a ser batida. Ele no fundo te ajudou, mostrou onde errou e o que você deve fazer para superar essa falha. Eu pelo menos sempre pensei assim em minhas derrotas. Perder é muito ruim. Mas pode te trazer o caminho da melhora, da sua evolução como lutador. Na próxima vez que for lutar com quem te ganhou, lute focado na vitória, não na pessoa, lute com o melhor que o seu Jiu Jitsu pode te oferecer, lute usando toda a sua capacidade física e mental. Lute para vencer, e não para, como muitos pensam “em dar o troco!” ou “devolver a derrota”. Lute para vencer, se superar. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Acabei de receber esse post feito por um lutador de uma
das academias que visitei, que inspirou esse texto. Umas das coisas que mais
percebo em minhas viagens, é o potencial de amizades que o Jiu Jitsu é capaz de
trazer para nós. E ao mesmo treino, como é bom treinar nesses países, com
lutadores de diferentes faixas. É possível perceber diferenças na maneira de
lutar. Claro que cada academia tem seu estilo, suas características, mesmo no
Brasil. Não busco perceber qual o Jiu Jitsu melhor ou pior, forte ou fraco. Mas
apenas treinar e perceber as características dos lutadores daquele lugar e como
o meu Jiu Jitsu responde a esses treinos. Creio que eu sempre evoluo no meu Jiu
Jitsu, cada vez que treino nos lugares que visito, lutar fora de casa. Muitas
vezes com pessoas que você nem sabe ao certo o quanto sabem de Jiu Jitsu. E
assim as viagens sempre são muito produtivas, o aprendizado é constante. A
evolução flui e renova o seu Jiu Jitsu. Nesta academia, no final do treino. Com
surfistas locais, outro lutador que já pisou no ringue de mma, e outros com
perfis diferentes você percebe como o Jiu Jitsu envolve as pessoas, as une. E
então você começa a ver como reflete no Jiu Jitsu de cada um. Alguns mais
agressivos, outros jogando mais em contra-ataques, passadores ou guardeiros. O
Jiu Jitsu reflete o estilo pessoal de cada um. Tive a oportunidade de
apresentar o Jiu Jitsu para alguns surfistas locais e é muito bom ver o impacto
que causa. Todos os dias na areia ou depois do surf, sempre vinha aquele perguntando
sobre determinada posição que eu tinha mostrado ou ccom um convite de “vamos
dar um treino?!”. A vontade de aprender
rápido, de treinar muito, de rolar com os amigos em pouco tempo o deck virava
um dojo. A grama na casa de outro amigo também era outro. Essa alegria ao
conhecer o Jiu Jitsu é contagiante. Por vezes ainda com a roupa de borracha os
treinos rolava na praia. O surf e o Jiu Jitsu numa perfeita sintonia. Não
conheço outros dois esportes que se encaixem tanto. Vi pessoas olhando com
curiosidade e devagar chegando mais perto e de repente estavam fazendo
posições. Alguns com idéias e conceitos errados sobre nós, treinando e já
sorrindo perguntando sobre academias locais para os meus amigos. Fico muito
feliz em poder ajudar a divulgar o nosso Jiu Jitsu e ver as pessoas curtindo.
Hoje creio que o grande embaixador do Brasil é o Jiu Jitsu. Ele aproxima as
pessoas. Não é necessário dominar a língua local. É só fazer um treino e todos
se entendem. A Arte é Suave o sistema é bruto, mas a endorfina e alegria que o
Jiu Jitsu nos traz é única.
Assinar:
Postagens (Atom)