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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Vença seus medos, lute sem medo de perder



 O medo, é um sentimento que ninguém gosta de sentir, é criado pelo nosso próprio pensamento, alguns chamam de insegurança. Enfim não importa o nome que você dê. Mas ele está no fundo de sua mente, pronto para crescer se você o alimentar, ele irá parar a sua mente e a derrota será certa. Mas se soubermos usar esse instinto de uma maneira positiva, podemos o tornar uma grande força motivacional, de evolução e gerador de coragem e energia em nossas lutas, em nossas vidas. Procure entender a origem do seu temor, a partir dele, treine, desfaça esse ponto fraco na sua luta, e o seu ponto fraco pode se tornar um ponto forte, e te fazer vencer suas lutas de campeonatos e treinos. Não adianta evitar, fugir do que você teme. Acredito que o melhor caminho é enfrentar o que tememos, ele deve ser seu motivacional. Aquele adversário que te derrotou, te mostrou aonde você precisa melhorar. Esses treinos mostram a direção certa para uma preparação direta nos pontos você tem que treinar para a sua evolução técnica, mental e física. Você pode realizar grandes desafios internos, lutando com adversários que você hoje, pode não vencer, mas se você derrotar sua própria resistência e enfrentá-lo de novo procurando o desafio já é de grande valia. Não tenha vaidade. Saia da sua zona de segurança, elimine o orgulho. Vá busca sua evolução, essa busca irá fazer você evoluir e certamente você irá vencê-lo um dia. O pior creio, não é perder, é não tentar. Desistir sem lutar. Essa desistência pode ser num treino que você recusa porque acha que vai tomar “um carro”, ou num campeonato que você tanto esperou e mentalmente você mesmo se derrota já achando que perdeu antes de lutar. São esses pensamentos adversos que você tem que procurar evitar, vencer suas resistências internas, seus temores. Essa foto mostra o que escrevo e acredito, estou tomando mais um carro do meu amigo Raphael C. B.  São treinos que puxam meus limites, resistência, estratégias e essa endorfina me dá vontade de treinar para melhorar e cada vez mais buscar minha evolução. Provoque o desafio, lembro-me de uma vez em que recusei lutar com um amigo que normalmente me amassava. Voltei para casa com essa minha recusa na cabeça, “porque eu recusei?” O medo tinha me paralisado, não lutei, perdi sem lutar que é a pior das derrotas. Fiquei remoendo esse fato um bom tempo, fiquei irado comigo mesmo com esse vacilo. Vi que oportunidade boa eu tinha perdido para o meu desenvolvimento técnico e mental. Passado um tempo num treino na academia encontrei com ele de novo.  era o momento de enfrentar esse desafio particular, chamei-o para um treino e voltamos a lutar, o finalizei, e voltamos a treinar até o tempo acabar. Depois voltando para casa reparei que o que mais me deixou contente não era a vitória sobre ele, era eu ter vencido o meu medo e tê-lo chamado para o combate. Eu poderia até ter perdido de novo neste treino, mas o principal foi ter vencido o medo, era só mais uma luta, um lutador. E a partir desse treino entendi como o medo podia atrapalhar a minha vida nos tatames e na parte pessoal também. O medo pode ser o seu maior inimigo, porque ele te bloqueia, cria derrotas onde não existem, te faz se sentir mal depois de fugir do combate. Mas se você encarar o medo como um desafio a ser vencido, mais um degrau em sua evolução é dado, ele pode ir te ajudando a forjar sua mente, dando mais equilíbrio e garra em lutas futuras dentro e fora dos tatames. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br. 



sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Aprendemos mais ouvindo e vendo do que falando




Saber ouvir é importante, porque por vezes nós mesmos não vemos e percebemos nossos erros em treinos. Sempre escute as observações de seus amigos. Mesmo que tenhamos finalizado nosso parceiro de treino ou sabermos que dominamos o treino, mentalmente marcamos os pontos. A percepção deles é diferente até porque observaram seu treino de fora. Ouça, reflita, analise as observações elas podem ser muito proveitosas. Eu sempre pergunto aos meus amigos o que eles viram e acharam dos meus treinos. A evolução é constante, e se escutarmos ela pode ser mais rápida. Por vezes as opiniões nos dão opções de movimentos que ali no calor da luta nem pensamos. Seja pela vontade de finalizar ou medo de arriscar um movimento que não temos confiança ou seja, medo de sair da nossa zona de conforto. Aprendemos mais vendo e ouvindo do que falando. Me lembro de uma luta que tive uma impressão e ao ver o vídeo, a realidade foi completamente diferente. Saber ouvir as críticas e observações dos seus amigos de treino é excelente. Encare sempre como críticas construtivas. Eles podem sinalizar erros ou perda de oportunidades de fazer posições e movimentos que você não está vendo e percebendo. Creio que na nossa vida pessoal também. É difícil sair da nossa zona de conforto até porque, pode custar uma derrota e perder nunca é o que desejamos. Mas se tratando de um treino livre, ou com um parceiro de equipe creio que vale a pena arriscar. É a hora. Arrisque nos treinos livres, teste novas posições e movimentos em sua rotina. Porque não será numa luta de campeonato que você fará. Nas lutas de campeonato você tem de estar com confiança em todos os seus movimentos. Já escutei lutadores receberem críticas construtivas de parceiros de equipe, e era nítido que não pararam nem para escutar o que disseram. E em lutas seguintes perderem no mesmo erro que foi sinalizado. Saber ouvir é importante, principalmente se for seu professor, e se for um amigo, ouça. A equipe é o somatório de todos. A vitória de um é a vitória de todos, porque aquele que foi campeão precisa de seus parceiros de treino. Não se faz um campeão sozinho. Um campeão quando sobe no pódium ele tem por trás dele, professores, amigos de treino e que dão forças na hora do combate. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br. . Boa semana, bons treinos e até a próxima!

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Sempre respeite seu adversário, não importa a faixa que use.


Um conceito ou regra, não importa como classificar. Mas sempre tenho para mim como ponto de partida, ao dar um treino. Nunca subestime seu adversário. Não importa qual a sua faixa, seu biótipo e até mesmo seu condicionamento físico. Se está ali de quimono para treinar, pisou no dojo. Então é um parceiro de luta que tem de ser respeitado, se está sem treino, fora de forma não importa. Ele até por saber de suas próprias condições fazer um só ataque e encaixar uma finalização que seu adversário não espera e assim finaliza a luta. Num dos últimos treinos na minha academia dois alunos meus foram treinar e o mais graduado tomou uma finalização que percebi que ele não esperava. E ter que dar os tapas mexeu com ele, sentou ao meu lado e reconheceu seu erro. Subestimou seu oponente, e se lembrou após bater o que sempre digo. “Nunca subestime seu adversário.” Pagou o preço e levou uma finalização. Já lutei com amigos que percebia que se sentiam com a supremacia da luta, e ao serem finalizados ficarem surpresos. Não importa, eu penso assim. Se é um treino livre ou uma luta de campeonato, não importo o histórico de lutas entre você e o seu oponente, lute com seriedade, seu oponente pode e certamente estará sempre com a mente focada em te vencer. Pode ter treinado mais ainda, colocado em sua rotina mais e diferentes posições, condicionamento físico mais apurado. Não tenha o seu histórico de luta com ele como a certeza do próximo confronto. Tenha seu histórico como um estímulo para te manter à frente. Como um motivacional para cada vez você treinar mais e mais. Um general romano em outras palavras disse “A vitória favorece que mais se esforça por ela”. Não acredito em sorte, acredito em treinar muito, em se esforçar, se dedicar aos seus objetivos dentro e fora dos tatames. Enquanto você se achar melhor e não treinar para se manter em forma e evoluir no seu jiu jitsu, vários lutadores estão nos tatames ralando para melhorar. Buscando a vitória em suas lutas. E dependendo de cada situação ou foco, você mesmo pode ser o foco imediato dele. Talvez ele treine pensando “Vou finalizar ele” e esse foco pode ser uma meta saudável, nada contra pessoalmente, mas você pode representar o patamar o nível que ele deseja de imediato. Então não descanse em vitórias passadas, mesmo que a retrospectiva em confronto em campeonatos pode estar a seu favor. Respeite seu oponente, ele está ali para vencer também. Nos treinos livres a mesma coisa. Perder, ninguém gosta, eu não gosto, nem nunca gostei. Mas perder sabendo que não treinou o suficiente quando poderia ter treinado, no treino livre não lutou achando que poderia finalizar quando quisesse ou perdeu por não lutar focado, acredito que é a pior das derrotas. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br. Boa semana, bons treinos e até a próxima!

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Seguindo outro caminho, quando os caminhos se separam

   As vêzes, existem partidas que é melhor que aconteçam. Alunos que não agem como deveriam, ou como você não espera. Outras vêzes partem por situações da vida do cotidiano. Fazer o que? Respirar fundo. E continuar a vida. Na vida pessoal de certa maneira é a mesma coisa, Temos sempre de estarmos cientes que chegadas e partidas acontecem, querendo ou não elas acontecem. As vezes pela nossa vontade as vezes contra a nossa vontade. Creio que temos de fazer o máximo para o que achamos que é o melhor para nós, lutarmos sem medir esforços para os nossos desejos.  E independente do resultado aceitar a situação sendo favorável a nós ou não. Mas sabendo que lutamos até o fim de nossas forças. Todos nós já vivenciamos essas situações. Escrevo para mim mesmo antes de tudo. Espero que gostem deste tema. Muito comum nas academias, na relação professor e aluno. 

Me perguntaram, através de um e-mail, o que eu sentia “quando perdia um aluno para outro professor, outra academia”. Claro que já aconteceu isso comigo. Já escrevi isso, que nós, professores, temos de entender que é o aluno que escolhe o professor. Os critérios são inúmeros, subjetivos e até financeiros, cada um tem suas expectativas e julgamento.
Não percebo como se fosse “perder” um aluno. Interpreto que se ele não se encontrou aqui na minha academia, ele deve, então, buscar outra, até no mesmo bairro ou próximo. Também já aconteceu comigo, e por motivos até logísticos, como distância, dias de treino ou horários, e até por afinidade mesmo. Isso acontece e o aluno busca outro caminho.
Já tive alunos que se mudaram para um local mais distante e foram treinar em outras academias. Por vezes, é impossível mesmo treinar na sua academia de origem, e como já aconteceu aqui comigo, atualmente ele é um faixa-preta meu. Ele casou, foi morar em um bairro distante, treinou em outra academia. Quando teve condições, retornou aos treinos comigo e continua ainda. Cada aluno também tem uma expectativa do seu professor, não julgando certo ou errado, mas tem. Até mesmo discordando de graduações que parceiros de treino recebem, ou porque ele não recebeu e se acha injustiçado em certa situação.
Particularmente, eu tenho um pensamento em não ser injusto, mas também não penso em quem agrado ou deixo de agradar, porque é o nome do professor que vai junto em cada faixa que ele gradua. Já vi lutadores que foram alunos meus em outras academias, mas realmente não tiram a minha paz. Cada professor tem de ter em mente que faz o seu melhor para os seus alunos, mas se um ou outro decide sair, é porque ele não está satisfeito, então deve buscar o seu caminho em outra academia mesmo, sem problemas.
Essa fidelidade tem de ser mútua, um laço de família. E ambos, professor e aluno, cada um em seu campo de expectativas, devem respeitar as decisões do outro. Creio que cada professor, e eu me incluo, faço isso, penso nas minhas aulas para perceber a dinâmica, planejamentos e mantê-las sempre com um bom ritmo, independentemente de tudo.
Manter um ambiente amistoso, com treinos duros e bons, esta é a melhor maneira de manter a sua equipe, e entender a decisão de um aluno seu, independentemente da graduação, se ele saiu. Cada um sabe da sua vida, do seu caminho. Se o aluno não comentou nada com o professor e saiu, muitas vezes, ambos sabem o motivo. Mas se é algo que pode ser conversado, resolvido, uma conversa com o seu professor vale a pena tentar. Às vezes, desgastes dentro da academia, ou na vida pessoal, seriam evitados com uma simples conversa. Mas como professor, tenho a plena consciência que por mais que se tente, é impossível agradar a todos, desde a metodologia das aulas às graduações.
Então, fechando a resposta, não vejo como perda quando um aluno sai. Entendo que ele está buscando o caminho dele, novo, e que naquele momento, o que ele espera não encontrou na minha academia. Quando se vê assim, não tem perdas. Cada um é responsável por suas ações, pelo seu próprio caminho, no dojo e na vida, sempre atento.
Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br. 

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Há um tempo no meu dojo


Ontem no meu dojo, ao fim do treino, na resenha pós treino eu comentava com meus alunos a vontade de treinar. Mas como estava muito resfriado não treinei. Por mais que alguns falassem que não tinha problema. É claro que tem, creio que o respeito e cuidado aos parceiros de treino deve ir além do quimono lavado e cuidados básicos de higiene pessoal. Deve se ter o respeito a saúde dos seus parceiros de treino. Eu gripado, como treinar com alguém sabendo da chance de meu parceiro ser contaminado pelo vírus. Além da gripe existem doenças como herpes, conjuntivite e outras que é óbvio devemos evitar o contato. Embora pareça tão claro, infelizmente alguns lutadores não percebem ou não tem consciência, como a questão do quimono sujo. E conversando ao final do treino, chegou um aluno para avisar que não estava treinando por estar muito gripado. Foi uma grande coincidência mas que deu a ideia de escrever esse artigo. Todos nós temos de ter essa noção e respeito. Algumas reportagens já saíram sobre a questão de higiene dos quimonos e dos dojos, explicando sobre a presença de bactérias também. Mas creio ser importante sabermos que vírus e bactérias também se propagam no ar. Então cabe a cada um de nós, sabendo do nosso próprio estado de saúde termos o discernimento e responsabilidade de nos afastarmos dos treinos quando estivermos com a saúde afetada por doenças de fácil contágio. Esse afastamento é também um sinal e atitude de respeito com todos da equipe. Pode parecer de momento uma coisa legal, treinar mesmo doente, gripado ou com outro problema de saúde. Mas se for contagioso, você quer arriscar um contágio que poderia ser evitado? Eu não gostaria, sinceramente, eu não gostaria.  Nosso esporte é de contato e de um contato muito próximo. Então lutadores e professores devemos estar atentos a esses aspectos. Alertando e até mesmo intervindo se assim for o caso. Se o lutador decide se afastar por um tempo para curar contusões, entorses, problemas de ligamentos ou musculares. Ele mesmo percebe que se treinar pode piorar, deve também pensar, que, se a doença que tem naquele momento pode passar ao seu parceiro de treino ele não deve treinar. Imagine um lutador com uma doença de pele comum e de fácil contágio como impingem e tantas outras doenças como conjuntivite, gripe e outras mais. Ao final de um treino, quantos ele pode ter contaminado? Vamos pensar nisso, atitude de respeito aos nossos parceiros de treino também passam por esse aspecto da saúde. Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br.  Boa semana, bons treinos e até a próxima! OSS!

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Honrar nossas memórias



Eu gosto muito de ouvir as histórias do início do Jiu Jitsu aqui no Rio. Sempre é uma aula, escutar suas memórias dos treinos na Academia Gracie, na Av. Rio Branco. Encontrar o GM Álvaro Barreto em campeonatos, escutar fatos narrados por outros GMs como GM João Alberto Barreto, GM Robson Gracie, GM Leoni Nascimento são oportunidades para conhecer episódios marcantes que ajudaram a construir com orgulho a força da nossa Arte Suave. Ouvir deles muitos episódios de épocas passadas ou momentos de seus treinos e recontar aos nossos alunos e amigos é uma forma de manter uma memória coletiva pela tradição oral do nosso Jiu Jitsu. Devemos preservar e perpetuar para as gerações mais novas. É um passado que não pode ser esquecido. Todos nós somos reflexos dessa bonita estória que começou há idos tempos. Acredito que nesses momentos em que o professor fala de episódios vividos por ele ou por seu mestre, devemos ouvir com atenção que é merecida. Ao escutar e repetirmos depois em outras conversas entre amigos e alunos, mantém viva a nossa cultura. Podemos hoje em dia ter CDs e DVDs que podem ajudar a desenvolver nossas técnicas. Mas ouvir as histórias desses Mestres são momentos únicos. Quem já vivenciou esse momento sabe do que estou falando. Creio ser muito importante sabermos da origem e evolução da nossa Arte Suave e de fatos marcantes da história de nossos Mestres e do nosso Jiu-Jitsu.  Memórias de lutas em treinos e de campeonatos, até mesmos de episódios fora das academias são importantes.
Lembro-me de suas lições em sua academia, onde ainda sem imaginar como o     Jiu-Jitsu seria fundamental em minha vida, ia aprendendo os primeiros movimentos, posições, as lutas que me trouxeram vitórias e derrotas. Suas lições e “treinos com luvas de boxe” no final dos treinos, a adrenalina que sentia correr no meu sangue quando era a minha vez de calçar as luvas e ir lutar.
Todos lutadores tem suas lembranças particulares das lutas que marcaram na memória, que fazem parte da sua vida de lutador. Esse passado que moldou o presente e que é a base do futuro não pode cair no esquecimento. Tenho certeza que existem muitos Mestres que ainda guardam em suas lembranças muitos fatos em que a nossa Arte Suave foi a inspiração para atos de bravuras.
Por mais que hoje seja possível acessar por diferentes mídias, um infindável arsenal de posições de Jiu-Jitsu, a vivência só ocorre no dojo ao lado do seu Mestre, seus alunos e amigos. A emoção de ganhar a graduação. O momento em que se ganha a desejada faixa preta! Essas memórias só nascem em cima do dojo. Acredito que até mesmo, os momentos difíceis que um lutador passa nos tatames servem para formar sua garra e capacidade de resiliência. São experiências que o lutador leva para a sua vida pessoal e passa para os seus alunos e amigos ao longo do tempo. Não podemos deixar que essas memórias sejam perdidas pelo tempo, elas devem ser preservadas e perpetuadas por nós.


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Jiu Jitsu para mulheres




Já tem um tempo que as mulheres mostram suas forças nos tatames, campeonatos e MMA. E sempre vejo com satisfação essa presença cada vez maior das mulheres nos tatames. Treinando forte, professoras dedicadas , lutadoras competitivas e com muita técnica na nossa Arte Suave. A garra com que lutam, a vontade de aprender novas técnicas. Progredir no Jiu Jitsu sempre inspiram a puxar uma aula cada vez melhor. E com esse aumento do número de praticantes de mulheres na Arte Suave até o mercado está se adaptando as exigências das lutadoras. Quimonos com uma diferenciação como também nas lycras. Creio que todos ganham, a aula fica mais leve mais em nenhum momento o treino perde sua excelência na técnica. Cabe a nós homens quando formos treinar com elas, termos cuidados nas pegadas, equalizar nossa força a elas e respeitá-las acima de tudo. Como devemos respeitar a todos nos tatames. Vejo nelas muitas vezes a vontade de ganhar mais latente do que em muitos lutadores. A suavidade delas não abranda sua força e vontade de lutar para finalizar. Essa idéia que o Jiu Jitsu tira a feminilidade das mulheres acho completamente equivocada. Nos tatames sempre arranjam um tempinho para “ajeitar o cabelo”, dar uma blitz nas unhas. Mas quando escutam a palavra “combate” ali estão as ninjas, mirando seu braço, pescoço ou tentando uma raspagem. Temos como professores e praticantes sempre que incentivar e ajudar a todas as mulheres que pisam nos tatames, em busca de treinos. Vamos equalizar nossas forças com a delas, soltar o treino, treinar com elas que geralmente tem uma maior elasticidade sempre são excelentes treinos. Não vejo vantagem, nem acho certo, usar uma força desmedida com uma lutadora. Vamos treinar com atenção, se a finalização imposta por ela encaixar e você não consegue sair, bata sem problemas. Já vi lutadores ficarem incomodados por serem finalizados por lutadoras. Creio que o que finaliza é a técnica utilizada corretamente e não devemos colocar a questão se foi uma lutadora. Infelizmente já presenciei lutador ficar alterado por ser finalizado por uma lutadora. Eu não gosto de ser finalizado, seja por lutador ou por uma lutadora e creio que ninguém goste. Mas a partir desse ponto ser grosseiro com uma lutadora acho indesculpável. O erro ou a falha foi do lutador e não dela, pelo contrário. Vejo sempre com satisfação as minhas atletas das faixas brancas a preta treinando forte, arriscando e se expondo em movimentos nas lutas. E ao serem finalizadas voltarem com mais foco ainda para a luta. Vamos sempre incentivar essas guerreiras. Que a presença das mulheres nos tatames e nos campeonatos sejam cada vez maiores. OSS! Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br. 

domingo, 22 de julho de 2018

Pratique o Jiu Jitsu mentalmente, nunca desista de lutar pelo que deseja dentro e fora dos tatames.



 Hoje acordei pensando num Jiu Jitsu que devemos fazer sempre, eu faço sempre. O Jiu Jitsu mental.
Podemos treinar a mente, devemos treinar a mente primeiro, porque creio eu, que com a mente treinada nossas lutas fluirão melhor, equilíbrio, estratégia, variantes de situações. A calma na hora da luta é essencial. Muitas vezes andando, dirigindo ou até do nada surgem em minha mente lutas que repensando nelas poderia ter feito outros movimentos que seriam melhores, ou perdi oportunidades de executar golpes que se encaixavam melhor naquele momento.
Creio que esse exercício sempre educam a nós mesmos, longe do calor da luta, uma avaliação.
A estratégia foi certa? Os movimentos eram os ideais? Me precipitei ou esperei demais? Usei muita energia quando não era a hora! Essas perguntas quando você revê mentalmente a luta podem serem respondidas e certamente te ajudarão no seu caminho de lutador.
E também é a maneira que encontrei para cuidar da minha mente em questões pessoais. Ver onde errei ou deixei de fazer algo, eu posso corrigir, mudar a minha maneira de agir para melhor. Vencer ou entender questões pessoais, entender muitas situações que por vezes as soluções não estão mais ao meu alcance. Mas saber que tudo o que eu poderia fazer, eu fiz. Lutei exaustivamente para alcançar o que desejo, mas por motivos que estão além de mim, não consigo alcançar ou não posso mudar por mim mesmo é triste, mas todas as tentativas eu fiz. Principalmente se não querem mudar, entender ou tentar.
Difícil sempre será, essa sensação de derrota. Perder nos tatames ou na vida sempre é difícil. Mas tenho comigo a certeza que exauri todas as tentativas, "lutei" com todas as minhas forças. Essa certeza te dá a tranquilidade para atravessar a tempestade de pensamentos tristes. Esse "Jiu Jitsu" que exercito, aonde estiver me fortalece, como se fosse uma "armadura", me dá força, resistência, equilíbrio que me impulsiona para frente.
Me possibilita ter tranquilidade para resistir a pressão nos tatames e as da vida. Ganhar e perder, devemos estar sempre prontos para os combates nos treino livres e nos campeonatos, com o corpo e mente unidos.  Na vida pessoal também, mente fortalecida, caso não consiga a desejada "vitória ou conquista" a certeza que você lutou, lutou e lutou até o fim te trará uma paz para continuar no seu caminho. Esse é o Jiu Jitsu mental que pratico dentro e fora dos tatames, e espero que possa ajudar de alguma maneira a quem ler essas palavras.
Só existe derrota quando você desiste de lutar, que é bem diferente de você não lutar sabendo que  ainda poderia resistir, ter investido mais uma vez pela finalização na luta ou pelo que você deseja na sua vida.
Já perdi várias lutas, mas nunca ao sair do tatame ou de alguma situação pessoal me peguei pensando e percebendo que poderia ter resistido um pouco mais ou poderia ter tentado mais uma vez. Acredito que esse sentimento essa certeza, te dá força, coragem, fibra e resiliência  para erguer a cabeça e ver o caminho à frente. Bons treinos e nunca desista! Lute até exaurir suas forças pelo que deseja!

Instagram: @luizdiasbjj

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Resiliencia no Jiu Jitsu sempre! Resilience, Jiu Jitsu be strong!



Sabe, todos nós temos dias difíceis, duros. Por motivos pessoais, não veio a graduação desejada ou por perder a luta no Campeonato, depois de tanta preparação, regime para bater o peso. As vezes tudo parece ser um forte motivo para desanimar, deixar de treinar, tudo parece ser uma justificativa para não tocarmos no quimono. As vezes pegar o quimono pode ser difícil. Ir treinar sem motivação, e você sabe que os outros estarão motivados, cheios de energia, e logo hoje a vontade de ficar quieto é maior. Eu sinto as vezes isso. Posso escrever muito bem sobre esse assunto. Mas posso afirmar também que ficar em casa é pior. Encare a “tormenta”, vá treinar. Respire fundo, e fale para si mesmo, “vou treinar, fazer o meu melhor”. Temos que ter o “Jiu Jitsu mental” também sempre pronto. Treine sem pensar em mais nada. Tente fazer esse exercício. Nada mais fora do dojo existe. Nada mais. Então dê todos os treinos que puder, sem pensar, ataque ou se defenda, amarre a luta se desejar, mais treine. Não deixe nada te afastar de treinar, porque o treino e o Jiu Jitsu vai te ajudar a sair da tristeza, seja ela de qualquer motivação, treine. Cuide do corpo e da mente, ao fim do treino verá que a energia volta, a endorfina ajuda. Talvez descubra um novo caminho, uma nova estratégia para o seu problema. E se por um motivo que seja imutável a endorfina vai te ajudar a suportar essa pressão. Já passei por esses sentimentos, uma luta até para pegar o quimono e ir dar aula, ou treinar com amigos em suas academias. Mas vá! Se perceber algum amigo desanimado, o chame, convoque ele para o treino. Jiu Jitsu é família, é amizade, um cuidando do outro, amassando no tatame ou o empurrando para dentro dele. Não desista de você, não pare de treinar por qualquer motivo, acredite só irá piorar. Pegue o quimono, respire fundo. Repita para você mesmo, vou treinar! Treine sem pensar em se será finalizado ou não. Mais treine, treine muito até ficar exausto. A mente agradece e o corpo também. Treinar feliz é bem melhor é claro. Mas se treinar triste é uma tormenta, então se torne a tormenta. Treine, treine muito. Projete sua mente na luta. Irá descansar sua mente, absorvida por problemas extra tatames. É melhor estar treinando do que parado em casa, ou num bar, nada melhor que a endorfina dos treinos. Supere a si mesmo. Vença seus medos e treine. Se torne a própria tormenta, faça seus medos terem medo de você. Algumas frases repito sempre, e repito para mim mesmo. Creio que uma das inúmeras qualidades que o Jiu Jitsu nos dá é suportar a pressão. Reagir sobre a pressão. Então nunca desista. Hoje foi um dia ruim? Pegue o quimono e vá treinar. A mente e o corpo irão te agradecer. Ao fim do treino verá a mudança na mente e no corpo. Só Jiu Jitsu salva!
Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br. Boa semana, bons treinos e até a próxima!



You know, we all have hard, hard days. For personal reasons, did not get the desired graduation or for losing the fight in the Championship, after so much preparation, regime to beat the weight. Sometimes everything seems to be a strong reason to be discouraged, to stop training, everything seems to be a justification for not touching the kimono. Sometimes getting the kimono can be difficult. Go training without motivation, and you know that others will be motivated, full of energy, and soon the desire to be quiet is greater today. I feel it sometimes. I can write very well on this subject. But I can also say that staying at home is worse. Face the "storm", go train. Take a deep breath, and speak to yourself, "I will train, do my best." We have to have "mental Jiu Jitsu" also always ready. Train without thinking of anything else. Try to do this exercise. Nothing else outside the dojo exists. Nothing else. Then give all the training you can, without thinking, attack or defend yourself, tie the fight if you wish, but train. Do not let anything get you away from training, because training and Jiu Jitsu will help you get out of sorrow, be it of any motivation, train. Take care of the body and mind, at the end of the training you will see that the energy comes back, the endorphins help. Maybe you'll discover a new path, a new strategy for your problem. And if for a reason that is immutable endorphine will help you withstand this pressure. I've been through these feelings, a fight even to get the kimono and go to class, or train with friends in their academies. But go! If you notice a discouraged friend, call him, call him to practice. Jiu Jitsu is family, it is friendship, one caring for the other, kneading on the mat or pushing him inside. Do not give up on yourself, do not stop training for any reason, believe it will only get worse. Take the kimono, take a deep breath. Repeat for yourself, I will train! Train without thinking about whether it will be finalized or not. More train, train hard until you're exhausted. The mind thanks and the body as well. Happy training is a lot better of course. But if sad training is a storm, then become the storm. Train, train hard. Design your mind in the fight. It will rest your mind, absorbed by extra mats problems. It is better to be training than at home, or in a bar, nothing better than the endorphin of training. Get over yourself. Overcome your fears and train. Become the storm itself.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Nunca lute com raiva



Lutar com vontade de vencer, lutar pensando em não bater sob qualquer situação, lutar focado em finalizar sempre são possibilidades que passam na mente de um lutador. Mas um sentimento ou pensamento como queiram chamar não pode dominar nossa mente, nunca, na vida ou nos ringues. É o lutar com raiva. A raiva cega, não te deixa pensar, impede de fazer a estratégia correta, de progredir na posição ideal ou te impede de esperar o momento correto para encaixar a finalização. Lutar movido pela raiva, pode parecer para muitos um excelente combustível. Mas na verdade não creio. O melhor combustível é o foco, a confiança nas suas posições, sua escolha na estratégia e seu preparo físico. Lutar com raiva, ou levar a luta pelo campo da questão pessoal não é bom. A raiva cega. Já vi muitos atletas perderem lutas por seguirem a raiva, tanto em lutas de campeonatos de jiu jitsu como em lutas de mma.  É claro nenhum de nós quer perder. Mas não podemos deixar que a raiva comande nossos atos. Como professores também temos a obrigação de acalmar os ânimos quando assim for necessário dentro do nosso dojo. Manter a união. E com os lutadores que irão competir devemos orientar que lutem sem raiva, mas com foco.  Lutar com alguém que já nos ganhou em um campeonato anterior sempre é tenso. Mas que essa tensão seja direcionada para se ter mais atenção, mais foco, concentração. Não concordo com quem instiga usando a raiva. Não acho um bom caminho. Que sentimentos de garra, coragem, determinação, vontade de ganhar sejam a tônica. Mesmo dentro das nossas academias o caminho que acho correto é instigar a superação do próprio lutador, que deseje vencer sim. Mas não como se fosse uma revanche indo para o lado pessoal. Mas uma vitória. Levada pela vontade de vencer. Trabalhou, superou seus pontos fracos, venceu suas fraquezas e até mesmo a insegurança de lutar com quem o já venceu. O clima de rivalidade desenfreada na academia não creio ser um bom ambiente. O desgaste é maior. Para alguns estudiosos o sentimento de raiva, significa dizer que o sentimento de raiva é tão ruim para o coração como fumar. O sentimento de raiva, tem de ser rapidamente transformado em sentimentos de superação, vontade de treinar para melhorar seu rendimento, sua técnica. Se você perdeu uma luta, não transforme seu oponente em um inimigo. Mas numa referência a ser batida. Ele no fundo te ajudou, mostrou onde errou e o que você deve fazer para superar essa falha. Eu pelo menos sempre pensei assim em minhas derrotas. Perder é muito ruim. Mas pode te trazer o caminho da melhora, da sua evolução como lutador. Na próxima vez que for lutar com quem te ganhou, lute focado na vitória, não na pessoa, lute com o melhor que o seu Jiu Jitsu pode te oferecer, lute usando toda a sua capacidade física e mental. Lute para vencer, e não para, como muitos pensam “em dar o troco!” ou “devolver a derrota”. Lute para vencer, se superar.  Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br 

quarta-feira, 20 de junho de 2018





Acabei de receber esse post feito por um lutador de uma das academias que visitei, que inspirou esse texto. Umas das coisas que mais percebo em minhas viagens, é o potencial de amizades que o Jiu Jitsu é capaz de trazer para nós. E ao mesmo treino, como é bom treinar nesses países, com lutadores de diferentes faixas. É possível perceber diferenças na maneira de lutar. Claro que cada academia tem seu estilo, suas características, mesmo no Brasil. Não busco perceber qual o Jiu Jitsu melhor ou pior, forte ou fraco. Mas apenas treinar e perceber as características dos lutadores daquele lugar e como o meu Jiu Jitsu responde a esses treinos. Creio que eu sempre evoluo no meu Jiu Jitsu, cada vez que treino nos lugares que visito, lutar fora de casa. Muitas vezes com pessoas que você nem sabe ao certo o quanto sabem de Jiu Jitsu. E assim as viagens sempre são muito produtivas, o aprendizado é constante. A evolução flui e renova o seu Jiu Jitsu. Nesta academia, no final do treino. Com surfistas locais, outro lutador que já pisou no ringue de mma, e outros com perfis diferentes você percebe como o Jiu Jitsu envolve as pessoas, as une. E então você começa a ver como reflete no Jiu Jitsu de cada um. Alguns mais agressivos, outros jogando mais em contra-ataques, passadores ou guardeiros. O Jiu Jitsu reflete o estilo pessoal de cada um. Tive a oportunidade de apresentar o Jiu Jitsu para alguns surfistas locais e é muito bom ver o impacto que causa. Todos os dias na areia ou depois do surf, sempre vinha aquele perguntando sobre determinada posição que eu tinha mostrado ou ccom um convite de “vamos dar um treino?!”.  A vontade de aprender rápido, de treinar muito, de rolar com os amigos em pouco tempo o deck virava um dojo. A grama na casa de outro amigo também era outro. Essa alegria ao conhecer o Jiu Jitsu é contagiante. Por vezes ainda com a roupa de borracha os treinos rolava na praia. O surf e o Jiu Jitsu numa perfeita sintonia. Não conheço outros dois esportes que se encaixem tanto. Vi pessoas olhando com curiosidade e devagar chegando mais perto e de repente estavam fazendo posições. Alguns com idéias e conceitos errados sobre nós, treinando e já sorrindo perguntando sobre academias locais para os meus amigos. Fico muito feliz em poder ajudar a divulgar o nosso Jiu Jitsu e ver as pessoas curtindo. Hoje creio que o grande embaixador do Brasil é o Jiu Jitsu. Ele aproxima as pessoas. Não é necessário dominar a língua local. É só fazer um treino e todos se entendem. A Arte é Suave o sistema é bruto, mas a endorfina e alegria que o Jiu Jitsu nos traz é única. 

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Jiu JItsu, estratégia e inteligência




Creio ser imprescindível o lutador possuir um raciocínio rápido e fundamentado numa estratégia, sempre com movimentos que esteja sempre um passo à frente do oponente. Jiu Jitsu não é só força. A técnica sempre deve estar associada a uma maneira de pensar que demonstra como o Jiu Jitsu nasce na mente para depois refletir no corpo com movimentos eficientes. Estratégia na hora da luta é fundamental, a leitura correta do seu oponente. Durante o combate é possível perceber como a estratégia é importante para a rotina do lutador, tendo sempre um gasto mínimo de energia, mas com seus movimentos certos e bem direcionados, sempre visando potencializar a força preservando energia para futuras lutas num campeonato por exemplo. Porque peso, vigor físco pode ser equalizado pelo seu oponente, então será técnica e estratégia que definirá o resultado da luta. A medida que vai treinando e pensando em seus movimentos e suas posições, o lutador pode ir percebendo detalhes que potencializam suas pegadas e transições deixando o oponente muitas vezes sem opções de ataque ou defesa.  A finalização vem como conseqüência de posições muito bem elaboradas e planejadas com variantes para qualquer opção de movimentos dos oponentes. O raciocínio de progressão para conquista de uma posição confortável e inversamente desconfortável para o oponente colocando assim o lutador sempre um passo a frente, porque como realizar um ataque se sua posição está ruim? Assim é um Jiu Jitsu bem técnico, detalhista em sua dinâmica explorando a anatomia dos corpos para a utilização de uma alavanca mais forte, a importância do pensamento correto, estratégia aliada é claro ao rendimento e uso da energia e resistência física no momento preciso. A construção da estratégia deve ser sempre a mais simples e objetiva possível, sempre em busca da finalização. Essa estratégia deve ser sempre feita do faixa branca ao faixa preta, competidor ou não. Cada qual raciocinando dentro de suas capacidades e vivência no dojo. O uso da força física é potencializado com a inteligência. Existem muitos lutadores que depositam todo o seu jogo, em sua pujança física, mas, e se essa força for equalizada pelo seu oponente? A técnica será o diferencial da luta. Muitas vêzes me pego pensando em treinos que fiz com meus amigos e alunos e revendo mentalmente a luta, penso em movimentos melhores e mais objetivos que fiz e deixei de fazer. Mas esse treino mental de Jiu Jitsu é muito produtivo, pensar nas variações e possibilidades de ataques e defesas.  Assim a estratégia vai sempre evoluindo, para cada perfil de oponente nos tatames. E consequentemente sempre melhorando a sua performance como lutador. Bons treinos! OSS!
  
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sábado, 9 de agosto de 2014

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JIU JITSU = RESPEITO



Se você tem o Jiu Jitsu  como um estilo de vida, uma filosofia de vida. Verá que o Jiu Jitsu é um  transformador de corpo e mente. A cada treino você evolui, e creio que uns dos principais ensinamentos e trampolim para a evolução dentro do Jiu Jitsu é o respeito e a humildade em relação ao oponente. Você aprende a respeitar o seu adversário de treino ou na competição em que estiver. O quimono pode estar mais novo ou mais gasto, mas são apenas quimonos em momentos diferentes. Um atleta pode ser mais forte, ou mais baixo, mas o Jiu Jitsu está é dentro de cada um de nós. As faixas mostram o tempo que cada um treina, mais não é marcador de quem vai ganhar. Um lutador pode ser mais agressivo, outro lutador pode ser mais calado, mas é no decorrer da luta que o resultado se desenha. E muitas vezes surpreendem a todos. “Se tamanho fosse documento o elefante seria o rei da selva!” frase muita ouvida no Jiu Jitsu. Já vi lutadores escolherem oponentes para treinarem achando que seria um treino fácil ou pelo menos tranqüilo e tomarem um carro. Quando isso acontece muitas vezes é por conta de uma falta de respeito e humildade, princípios básicos para todos os lutadores. Quantos de nós já não vimos amigos perderem por soberba ou chegar cheio de marra numa luta e tomar um carro? Você sabe que ele é melhor, mas lutou tão marrento com um ar de que finaliza quando quiser, que perdeu o foco da luta, ou  melhor nem entrou na luta. Enquanto que aquele outro lutador, consciente de suas limitações e ou sabedor da superioridade de seu adversário, lutou focado, respeitando seu oponente, mais atento ao momento presente da luta e percebendo a hora exata de uma raspagem ou finalização. Acreditando que também poderia vencer.  Acredito ser um  fator importante a autoconfinaça mas nunca confundir com arrogância. O lutador não pode nem deve desrespeitar seus oponentes antes, durante ou depois de uma luta de campeonato ou em treinos.Podemos até mesmo numa luta sabermos intimamente que temos tudo para ganhar, mas respeitar o oponente é fundamental. Ser humilde é o primeiro passo para estarmos sempre aprendendo e evoluindo na nossa Arte Suave. Conheço lutadores que se colocam como se não tivessem mais nada a aprender. Acredito que o aprendizado é constante. Quando você está de mente vazia, ela pode ser receptiva  e aprender novas posições, drills e perceber novas possibilidades vislumbrada por outro lutador. Sempre escuto e presto atenção quando vêem me mostrar posições, porque pode ser um aprendizado muito importante. As vezes aquele lutador mais quieto, ou que você não conhece, pode te mostrar uma excelente técnica. Já presenciei em campeonatos vitórias de atletas que nem torcida tinham. Treine sempre com respeito, ou a lição pode vir com um gosto amargo. A luta só acaba, quando o árbitro sinaliza o fim do combate ou um dos lutadores dá os três tapinhas.Bons treinos! OSS!

Luiz Dias, Líder da GAS JJ

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

REVISTA TATAME #221 - ARTIGO JIU JITSU


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sexta-feira, 20 de junho de 2014

ARTIGO JIU JITSU - Revista TATAME #220


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sábado, 24 de maio de 2014

Ajuste seu foco para cada treino !



                      Ajuste seu foco para cada treino                           

  Conversando com um amigo no dojo, observamos por acaso um treino em especial  dentre vários treinos que estavam acontecendo naquele momento. Determinada dupla tinha um atleta mais graduado treinando mais solto, deixando o atleta menos graduado desenvolver seu jogo, deixando encaixar golpes, passando a guarda ele repunha a guarda em seguida ia buscar uma raspagem ou dava um giro no treino. Logo após o treino reparei que esse atleta menos graduado, não percebeu que o atleta mais graduado e também mais forte tinha deixado a luta fluir, levado pela amizade e/ou consciente do nível técnico desse lutador menos graduado o deixou buscar as posições e ir lapidando sua rotina. Enquanto que ele testava posições e movimentos.
    Assim que terminou o treino fui andando para falar com ele, esse aluno disparou antes de eu falar alguma coisa.“Viu que ele não me finalizou!”, nesse momento é que me deu a idéia deste artigo, é óbvio que  o ideal é sempre buscar a finalização, mas temos que ter sempre em mente a capacidade de análise do potencial de nossos adversários e saber reconhecer quando um treino foi mais solto, quando você percebe num treino com um amigo em sua academia que ele encaixou a posição mas soltou após perceber que você está resistindo e deixou a luta fluir, é porque esse atleta prefere abrir mão da finalização e ter mais luta do que finalizar, essa luta não é luta de campeonato mas pode ser um excelente treino.
    O atleta mais técnico e/ou mais forte fisicamente também tem a noção de treinar movimentos, arriscar posições novas e até a chance de melhorar seus pontos mais fracos, neste momento a “finalização” em um amigo de treino passa para o segundo plano, o que deixa este treino altamente produtivo no seu desenvolvimento técnico. Para o atleta ainda com menos técnica é um excelente treino para o desenvolvimento de suas habilidades e buscar sua rotina ideal, testar e ajustar seus golpes e  principalmente ganhar experiência com treinos mais duros. Esse atleta iniciante não pode deixar de ser consciente e ter autocrítica suficiente para reconhecer a superioridade de seu adversário e ao mesmo tempo “perceber a oportunidade” que esse atleta está lhe dando ao lutar mais solto, ao invés de achar que  já está no mesmo nível. Então o importante é treinar solto, rápido, arriscando posições nesses treinos sem ficar amarrando a luta.  Existem treinos que se o atleta ficar restrito em apenas em não ser finalizado ou em finalizar, esse treino deixará de trazer aprimoramento técnico, pode ficar um treino amarrado, cada um apostando em suas posições mais fortes. Mas no final do treino o que trouxeram de novo para o seu repertório técnico?. Sempre após o término da luta gosto de agradecer o amigo mais uma oportunidade de treino, é importante, e reforça as amizades. Todo treino é uma oportunidade de aprimoramento das nossas habilidades e refinamento da técnica, de testar a posição ensinada pelo professor ou de uma  nova estratégia criada pelo atleta.
    Com essa percepção de treino em mente todos os lutadores em qualquer nível
sendo competidores ou não terão um desenvolvimento  técnico e todos os treinos podem ter bons resultados.
Bom treino a todos.      

     
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terça-feira, 6 de maio de 2014

Sempre um passo à frente!!




                                                   Sempre um passo à frente
    Creio ser imprescindível o lutador possuir um raciocínio rápido e fundamentado numa estratégia, sempre com movimentos estudados de modo que esteja sempre um passo à frente do oponente. A técnica refinada está associada a uma maneira de pensar que demonstra como o Jiu Jitsu nasce na mente para depois refletir no corpo com movimentos eficientes. Estratégia na hora da luta é fundamental, e durante o combate é possível perceber como a estratégia é importante para a rotina do lutador, tendo sempre um gasto mínimo de energia, mas com seus movimentos certos e bem direcionados, sempre visando potencializar a força preservando energia para futuras lutas num campeonato por exemplo. A medida que vai treinando e pensando em seus movimentos e suas posições, o lutador pode ir lapidando os detalhes que potencializam pegadas e transições e deixam o oponente muitas vezes sem opções de ataque ou defesa.  A finalização vem como conseqüência de posições muito bem elaboradas e planejadas com variantes para qualquer opção de movimentos dos oponentes. O raciocínio de progressão para conquista de uma posição confortável e inversamente desconfortável para o oponente colocando assim o lutador sempre um passo a frente, porque como realizar um ataque se sua posição está ruim? Assim é um Jiu Jitsu bem técnico, detalhista em sua dinâmica explorando a anatomia dos corpos para a utilização de uma alavanca mais forte, a importância do pensamento correto, estratégia aliada é claro ao rendimento e uso da energia e resistência física no momento preciso. A construção da estratégia deve ser sempre a mais simples e objetiva possível, sempre em busca da finalização. Essa estratégia deve ser sempre feita do faixa branca ao faixa preta, competidor ou não. Cada qual raciocinando dentro de suas capacidades e vivência no dojo. O uso da força física é potencializado com a inteligência. Existem muitos lutadores que depositam todo o seu jogo, em sua pujança física, mas, e se essa força for equalizada pelo seu oponente? A técnica será o diferencial da luta. Muitas vêzes me pego pensando em treinos que fiz com meus amigos e alunos e revendo mentalmente a luta, penso em movimentos melhores e mais objetivos que deixei de fazer. Mas esse treino mental de Jiu Jitsu é muito produtivo, pensar nas variações e possibilidades de ataques e defesas.  Assim a estratégia vai sempre evoluindo, para cada perfil de oponente nos tatames. E consequentemente sempre melhorando a sua performance como lutador. Bons treinos! OSS!
Luiz Dias, Líder da GAS JJ
twitter: @gasjj   email: geracao.artesuave@yahoo.com.br   



quinta-feira, 17 de abril de 2014

Profissão Jiu Jitsu



Viver de Jiu Jitsu, pelo Jiu Jitsu é o sonho de muitos e realização de poucos. Imaginar ser um lutador de Jiu Jitsu profissional seria fantástico! Ganhar um salário certo, para ter a tranqüilidade de treinar em paz sem pensar em como irá pagar as contas. Creio que seria muito bom para o nosso esporte, não perderíamos excelentes lutadores para o MMA que muitas vezes migram por questões financeiras. Alguns lutadores seguem naturalmente por vontade de experimentar o MMA, mas muitos por falta de opção. Querem lutar e não pretendem serem professores, ou visualizam serem professores num futuro mais adiante. Uma rotina de treino de um lutador muitas vezes esbarra na rotina de dar aulas para turmas regulares, realmente tornando um pouco complicado. A profissionalização do Jiu Jitsu é um caminho possível e que pode e deve ser realizado em toda a sua amplitude. Essa certeza, veio numa conversar com o Jorge Guimarães, que vive no mundo dos negócios das lutas, empresário e apresentador do programa Passando a guarda.
Seria muito bom termos uma profissionalização de nosso esporte, como temos com o surf, esporte tão próximo e praticado por muitos lutadores. As marcas do mundo da luta poderiam investir mais em nossos atletas, é importante ressaltar algumas marcas já dão um suporte a determinados atletas. “A Expo Jiu Jitsu realizada pouco tempo nos EUA foi um sucesso de público, campeonatos como o Metamoris com regras mais direcionadas para tornar a luta mais atrativa para o público já tem um alcance enorme, poderiam estar já em canais de televisão a cabo ou não” diz Joinha. Marcas que orbitam no mundo esportivo de maneira geral já deveriam ver o Jiu Jitsu como um excelente meio de visualização de seu produto nos quimonos e patrocínios de atletas e campeonatos. Os lutadores há muito em sua maioria, já possuem um comportamento dentro e fora dos tatames e ringues mais adequado a imagem que querem passar ao público. Os campeonatos cada vez mais organizados e funcionando dentro de um cronograma respeitado, juízes preparados e organizações competentes. Porque não podemos ter campeonatos profissionais e amadores respectivamente como há no surf?
Seria excelente para todos nós e para o esporte.  Acredito não ter outro caminho para o desenvolvimento do Jiu Jitsu que já é um esporte praticado em todos os continentes e mesmo nos lugares mais remotos o Jiu Jitsu é conhecido e respeitado.



Luiz Dias, Líder da GAS JJ


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sábado, 15 de março de 2014

JIU JITSU LONGE DAS CAPITAIS - Jiu Jitsu away from the big cities


Escrevo sobre a nossa Arte Suave pensando em todos praticantes, e sempre com a intenção de fortalecer e divulgar essa arte marcial fantástica que abraçamos como filosofia de vida. Já recebi emails de pessoas relatando que após lerem alguns artigos reforçados por convites de amigos lutadores começaram a treinar e ficaram fissurados no Jiu Jitsu e contam todas as melhoras no corpo e na mente que essa luta acaba realizando.
   No artigo sobre Defesa Pessoal, um amigo o Mestre Leo Milward escreveu na minha página o seguinte: “quando será que teremos uma matéria do JJ no    interior?” essa frase foi como uma raspagem inesperada! O Jiu Jitsu é muito falado nas capitais brasileiras e nas principais capitais do mundo. Mas realmente o Jiu Jitsu está enraizado em todo o Brasil, e em quase todas as cidades no mundo. Tanto nas capitais como nos interiores temos excelentes professores realizando grandes trabalhos educacionais além de formar lutadores de expressão, saindo do eixo Rio – São Paulo. Acredito que se formos a qualquer cidade no interior do Brasil teremos um dojo para treinar. E professores que muitas vezes dão aula mais por amor ao Jiu Jitsu do que pelo retorno financeiro. Muitos campeonatos de Jiu Jitsu nas capitais têm suas fileiras engrossadas por lutadores que vêem do interior por meios próprios para competir, e voltam no mesmo dia, outros dormem em hotéis, casa de amigos. Faixas pretas em vontade e dedicação ao esporte. A força do Jiu Jitsu vistas em cidades longe das capitais é uma grata realidade. E que fomenta as vendas de quimonos, fightwear, revistas, campeonatos e realização de seminários para professores.    
   Pude perceber essa força de vontade em aprender Jiu Jitsu quando estive na Costa Rica dando seminários e uma galera local quando soube que eu dava aula de Jiu Jitsu me pediu umas aulas depois do surf, porque não tinham como treinar na academia da cidade e ficavam estudando via youtube. Na hora falei “claro!” no fim de tarde eles bateram na minha porta na pousada, eles simplesmente levaram placas de tatame para areia e treinamos na praia!  

Todos os professores das cidades longe das capitais são heróis porque levam o Jiu Jitsu a lugares mais distantes, como seus alunos também, ao viajarem horas para competir apesar do cansaço da viagem! Fica aqui a minha homenagem a todos os professores e praticantes longe das capitais ! Bons treinos! OSS!

I write about our BJJ of all practitioners , and always with the intention to strengthen and promote this fantastic martial art that embrace a philosophy of life . I have already received emails from people reporting that after reading some reinforced by invitations from friends fighters began training articles and were cleft in Jiu Jitsu and have all the improvements in body and mind that this fight ends up occurring .
   In the article on self defense , a friend of the Master Leo Milward wrote on my page the following : " when will we have a matter of JJ inside ? " That phrase was like an unexpected scraping ! Jiu Jitsu is widely spoken in the state capitals and major capitals of the world . But really Jiu Jitsu is rooted throughout Brazil , and in almost all cities in the world . Both in the capital and in the interior have excellent teachers doing great educational work besides forming fighters of expression , leaving the axis Rio - São Paulo . I believe if you go to any city in the interior of Brazil will have a dojo to train . And teachers often give more lesson for the love of Jiu Jitsu than financial return . Many Jiu Jitsu championships in capital cities have swelled their ranks by fighters who see the inside by themselves to compete , and return the same day , others sleep in hotels, homes of friends . Black bands on the will and dedication to the sport . The strength of Jiu Jitsu seen in cities away from the capital is a welcome reality. And it encourages sales of kimonos , fightwear , magazines , championships and seminars for teachers .
   I could see that willpower to learn Jiu Jitsu when I was in Costa Rica giving seminars and a local gang when he learned that I was teaching Jiu Jitsu asked me some lessons after surfing, because they could not train in the gym and the city were studying via youtube . At the time I said " of course! " In the late afternoon they knocked on my door at the inn , they simply took the mat boards for sand and trained at the beach!
All teachers in cities away from the capital are heroes because they take Jiu Jitsu to more distant places , as also his students when traveling hours to compete despite the fatigue of the journey ! Here is my tribute to all teachers and practitioners away from the capital ! Good training ! OSS !


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