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domingo, 31 de agosto de 2014

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sábado, 9 de agosto de 2014

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sexta-feira, 20 de junho de 2014

ARTIGO JIU JITSU - Revista TATAME #220


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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Profissão Jiu Jitsu



Viver de Jiu Jitsu, pelo Jiu Jitsu é o sonho de muitos e realização de poucos. Imaginar ser um lutador de Jiu Jitsu profissional seria fantástico! Ganhar um salário certo, para ter a tranqüilidade de treinar em paz sem pensar em como irá pagar as contas. Creio que seria muito bom para o nosso esporte, não perderíamos excelentes lutadores para o MMA que muitas vezes migram por questões financeiras. Alguns lutadores seguem naturalmente por vontade de experimentar o MMA, mas muitos por falta de opção. Querem lutar e não pretendem serem professores, ou visualizam serem professores num futuro mais adiante. Uma rotina de treino de um lutador muitas vezes esbarra na rotina de dar aulas para turmas regulares, realmente tornando um pouco complicado. A profissionalização do Jiu Jitsu é um caminho possível e que pode e deve ser realizado em toda a sua amplitude. Essa certeza, veio numa conversar com o Jorge Guimarães, que vive no mundo dos negócios das lutas, empresário e apresentador do programa Passando a guarda.
Seria muito bom termos uma profissionalização de nosso esporte, como temos com o surf, esporte tão próximo e praticado por muitos lutadores. As marcas do mundo da luta poderiam investir mais em nossos atletas, é importante ressaltar algumas marcas já dão um suporte a determinados atletas. “A Expo Jiu Jitsu realizada pouco tempo nos EUA foi um sucesso de público, campeonatos como o Metamoris com regras mais direcionadas para tornar a luta mais atrativa para o público já tem um alcance enorme, poderiam estar já em canais de televisão a cabo ou não” diz Joinha. Marcas que orbitam no mundo esportivo de maneira geral já deveriam ver o Jiu Jitsu como um excelente meio de visualização de seu produto nos quimonos e patrocínios de atletas e campeonatos. Os lutadores há muito em sua maioria, já possuem um comportamento dentro e fora dos tatames e ringues mais adequado a imagem que querem passar ao público. Os campeonatos cada vez mais organizados e funcionando dentro de um cronograma respeitado, juízes preparados e organizações competentes. Porque não podemos ter campeonatos profissionais e amadores respectivamente como há no surf?
Seria excelente para todos nós e para o esporte.  Acredito não ter outro caminho para o desenvolvimento do Jiu Jitsu que já é um esporte praticado em todos os continentes e mesmo nos lugares mais remotos o Jiu Jitsu é conhecido e respeitado.



Luiz Dias, Líder da GAS JJ


email: geração.artesuave@yahoo.com.br         twitter: @gasjj

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

ARTIGO JIU JITSU REVISTATATAME #216 GRADUAÇÃO


Entrega de faixas, a expectativa de ser graduado, passar para a próxima faixa. Todo aluno aguarda por esse evento em sua academia. Esse é um assunto que gera especulações internas, alegrias e discórdias. É impossível agradar as expectativas gerais. John Kennedy em seu discurso já dizia “nunca encontrei a receita do sucesso, mas a do fracasso é querer agradar a todos”. Como professores, temos de ser o mais justos possíveis, ouvir outros faixas pretas de sua academia, as opiniões podem colaborar com o seu julgamento. Observar os treinos de todos os alunos, se possível no decorrer do tempo treinar com todos, ver o seu comportamento no dojo em relação aos outros, mais graduados ou menos graduados. E fora dos tatames também, porque ele leva o escudo da academia no seu cotidiano, e assim como o nome do Jiu Jitsu também. A graduação é uma questão que tem muitos parâmetros a serem analisados, cada aluno particularmente. Devemos ficar atentos para sempre mantermos incentivados os alunos a evoluírem o seu Jiu Jitsu. Corrigir seus pontos fracos e sinalizar o que deve mudar. Professor, acredito que muitas vezes o incentivo é mais importante, que a repreensão. O incentivo já logicamente aponta o caminho correto. Conscientizar o aluno/atleta em que deve mudar, procurar sua evolução. Eu acredito que a graduação deve ser sempre um reconhecimento de mérito pessoal do atleta, ele conquistou a faixa. E sua conquista deve refletir como exemplo e estímulo para todos da equipe. Como professor já percebi lutadores discordando de não serem graduados ou por discordar de graduações de outros lutadores. Mas como professor, sei que é um fato normal, mais do que esperado. Creio que o melhor caminho é realizar sua avaliação com critérios justos, muita observação e troca de opiniões com outros faixas pretas de sua academia para esclarecer qualquer dúvida sobre algum aluno que esteja sendo avaliado. Por outro lado o aluno tem que ter confiança em seu professor, acreditar e principalmente confiar em sua  definições e conceitos. Mais também não deve desanimar se a graduação não veio no tempo desejado, creio que deve treinar mais e ver a graduação como uma consequência não como o fim. É legítimo desejar a faixa preta, mas creio que as faixas não devem ser vistas como um fim, tenho como uma filosofia de vida, treinar Jiu Jitsu é um aprendizado constante, uma arte sempre em evolução. Bons treinos a todos. OSS!
Luiz Dias, Líder da GASJJ

WWW.geracaoartesuave.com.br      twitter: @gasjj
Email: geração.artesuave@yahoo.com.br  


terça-feira, 6 de agosto de 2013

APRENDA AS REGRAS - ARTIGO JIU JITSU





Perder é ruim, a luta fica voltando na mente. Mas quando perdemos por pontos em uma luta de campeonato fica um gosto amargo da derrota. Mas o pior da derrota é culpar os outros. Creio que o melhor para dissipar esse sentimento é a luz do conhecimento. Primeiro passo para um competidor ou futuro competidor. Ler as regras. Entendê-las e raciocinar em cima delas. Esse é o primeiro passo que digo quando um aluno meu deseja competir. Leia e estude as regras. Perder por desconhecimento das regras ou tomar penalidades que levem a uma derrota por falta de conhecimento acho um erro facilmente evitado. Ler os regulamentos tão amplamente divulgados e de fácil acesso pela internet. Você desconhece as regras e a culpa é do árbitro? O árbitro está ali para arbitrar a luta, evitar situações em desacordo com as regras e executar o que for previsto no regulamento. Pegadas e golpes proibidos, e tantas outras situações. Um bom árbitro se mantém em segundo plano na luta, os lutadores são o centro das atenções, mas às vezes suas atitudes são mais impressionantes do que a luta, mas por ser preciso que atuem com rigor e personalidade. Punições, desclassificações e interrupções são decisões que têm de ser decididas em segundos pelo juiz, e que certamente desagradará um dos combatentes. Ser juiz ou árbitro não é fácil, os lutadores podem errar, mas eles não. Errar é humano, árbitros podem errar é claro. Mais prefiro acreditar que erram sem intenção. Já pensaram em uma competição sem árbitros? Quanto de nós me incluo, não querem ser árbitros? Conheço lutadores que ganham é por méritos próprios e quando perdem por pontos ou vantagens a culpa sempre é do juiz. Também é engraçado escutar certas críticas como “aquele lutador joga com o livro de regras debaixo do braço”, se existem regras ele as estudou e montou uma estratégia com as regras é um mérito dele. Estude as regras também, está ao alcance de todos, ou que se mudem as regras se for de consenso geral. Um bom exercício na academia é colocar uma luta e vários alunos de papel e caneta “arbitrando” depois comparem os placares tem assunto para a noite toda. Eu tenho o regulamento impresso e sempre leio e releio, acho passo número um para todos competidores, e fundamental para os professores. O árbitro errou numa luta de campeonato, prejudicou a seu ver o seu aluno, procure o coordenador da arbitragem e tire a dúvida e se for o caso faz uma queixa formal, todo campeonato quer ter uma fama de boa arbitragem, ofender o árbitro que está trabalhando não acho o melhor caminho. Será que sua reclamação procede? Reclamar, ofender um árbitro e depois consultando o regulamento descobrir que o juiz agiu corretamente deve ser uma sensação horrível. A emoção é forte, a disputa de uma medalha está em jogo, mas vamos ler as regras, respeitar os árbitros e trabalharmos juntos para que o nosso esporte seja uma referência de educação e formação do caráter dos seus praticantes. Vamos estudar as regras, estimular que os competidores estudem as mesmas para evitarem erros e facilitar o trabalho dos árbitros. Boa leitura e bons treinos! OSS!

Luiz Dias, Líder da GAS JJ
twitter: @gasjj

domingo, 9 de dezembro de 2012

VOLTA AOS TREINOS!


  http://www.tatame.com.br/depois-de-um-tempo-parado-como-deve-ser-a-volta-aos-treinos-veja-aqui/